28 de dezembro de 2016

Arade

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25 de dezembro de 2016

Os reinos de Seom e Ogue

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22 de dezembro de 2016

Nomes teofóricos e seus significados

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16 de dezembro de 2016

O calendário judaico


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15 de dezembro de 2016

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9 de dezembro de 2016

O itinerário em Números

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8 de dezembro de 2016

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7 de dezembro de 2016

Balaão, filho de Beor

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6 de dezembro de 2016

Liturgia ugarítica contra serpentes venenosas

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4 de dezembro de 2016

A Ordenação Sacerdotal Levítico 8—10

victor hamiltonA Ordenação Sacerdotal Levítico 8—10 

Já disse que Levítico 6.8—7.38 não se limita a detalhar as informações dadas em Levítico 1.1—6.7, mas acrescenta orienta­ções específicas quanto às obrigações dos sacerdotes nas cerimô­nias dos sacrifícios. O que, no entanto, qualifica o sacerdote a exe­cutar suas funções e qual a origem disso tudo? 

A Ordenação dos Sacerdotes (8) 

No capítulo 8, tudo ocorre publicamente, “à porta da tenda da congregação” (vv. 3,4,33,35), ou seja, no amplo pátio aberto que leva à entrada da tenda interna. Como observa Klingbeil1, os sa­cerdotes, nesse estágio, encontram-se em uma situação interme­diária ou liminar. Por ainda não terem sido ordenados, não po­dem oferecer sacrifícios, mas de forma clara já não fazem parte do laicato. Todos os passos visam à consagração, o que implica: ba­nhos (vv. 5,6), paramentos (vv. 7-9), unção com azeite (vv. 10-13) e ofertas de sacrifícios. Tais ofertas são especificamente pelo peca­do, holocaustos, e ofertas pacíficas ou pela ordenação, nessa or­dem (vv. 14-29). As instruções para essa cerimônia e investidura são encontradas em Êxodo 29; a cerimônia ocorre em Levítico 8. 

A estrutura literária é semelhante à verificada nos trechos so­bre o Tabernáculo em Êxodo. Os capítulos 25—31 apresentam ins­truções sobre o Tabernáculo, e os capítulos 35—40 narram sua implementação. A mudança de instrução para implementação é cla­ra em ambos os casos: o Tabernáculo, em Êxodo 25—31 e 35—40; e o sacerdócio, em Êxodo 28 e 29, e Levítico 8. De modo semelhante, a seção de implementação, nos dois casos, utiliza-se da mesma fraseologia: “Fez, pois [...] como o Senhor lhe ordenara”. Principal­mente em Êxodo 39 e 40, já vimos essa expressão ser utilizada de maneira muito ampla. Além desse trecho, temos Levítico 8.4,5,9,13,17,21,29,34,36. Para ser mais exato, em cada um desses três capítulos lemos por sete vezes que Moisés ou alguém fez “con­forme o Senhor lhe ordenara”: Êxodo 39.1,5,7,21,26,29,31 (as ves­tes sacerdotais); 40.19,21,23,25,27,29,32 (a instauração do Tabernáculo); Levítico 8.4,9,13,17,21,29,36 (a ordenação de sa­cerdotes). Vemos ainda, em ambas as seções, um contraste entre a forma certa e a errada de fazer algo: como adorar a Deus (Ex 25—31) e como não adorar a Deus (Êx 32); o modo correto de cele­brar as cerimônias (Lv 8;9) e o modo incorreto de realizá-las (Lv 10.1,2,16-20). 

2 de dezembro de 2016

Cronograma da peregrinação no deserto

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Bíblia de Estudo Arqueológica

1 de dezembro de 2016

TREMPER LONGMAN III - As narrativas patriarcais Gênesis 12—36

danilo moraes tremper longman
As narrativas patriarcais Gênesis 12—36

Gênesis 1—11 apresenta o relato do mundo a partir da criação até Abraão. Esses onze capítulos concentram a atenção no mundo todo durante um período de tempo incrivelmente longo. O relato começa com seres humanos vivendo na presença de Deus e experimentando sua bênção. Prossegue com o relato trágico da ruptura daquela bênção. Mas a esperança continua existindo na incansável busca divina de um relacionamento renovado com suas criaturas humanas.

Com o início das narrativas patriarcais (que começam em Gn 11.27 com a introdução da toledot de Terá), o foco da narrativa passa a se limitar a um único indivíduo, e a velocidade do tempo narrativo também diminui. Aqui Deus inicia uma nova abordagem para alcançar a humanidade e restaurar sua bênção sobre os seres humanos. Ele escolhe um indivíduo por meio do qual alcançará o mundo.

Em resumo, Gênesis 1—11 é o preâmbulo de Gênesis 12 e do que vem em seguida. O relato da criação diz como Deus aben­çoa a humanidade com uma vida rica, ao passo que Gênesis 3—11 informa a respeito da ação humana deliberada de tumultuar o propósito divino. Também instila esperança no leitor, ao descre­ver a procura divina intencional por restaurar o relacionamento. Aliás, conforme expresso com muita propriedade por Gordon J. Wenham, “as promessas a Abraão renovam a visão que Gênesis 1 e 2 estabeleceu para a humanidade”.1

Três homens — Abraão, Isaque e Jacó — são os patriarcas de Israel, os quais Deus usa para estabelecer um povo dedicado ao seu serviço. Os filhos de Jacó, inclusive José, não são conside­rados patriarcas, como se pode ver na referência que, mais tarde, se faz ao “Deus de Abraão, Isaque e Jacó”. Essa distinção não minimiza a importância dos filhos de Jacó, que são os “pais” das doze tribos de Israel. Isso ajuda a explicar por que faço distinção entre as narrativas patriarcais e a história de José.

A narrativa de Abraão