31 de outubro de 2016

O dia da Expiação

antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

27 de outubro de 2016

Doenças de pele no mundo antigo

antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

26 de outubro de 2016

Alimentos puros e impuros na Bíblia e no antigo Oriente Médio

arqueologia danilo moraes

animais puros impuros
Bíblia de Estudo Arqueológica

25 de outubro de 2016

Pureza ritual em Israel e no antigo Oriente Médio

arqueologia danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica


24 de outubro de 2016

TREMPER LONGMAN III - Nóe e Utnapishtim

antigo testamento danilo moraes
Nóe e Utnapishtim
em qual relato do dilúvio devemos acreditar? 

Uma história, talvez apócrifa, narra a agitação que uma descoberta provocou em um dos grandes pioneiros do estudo da literatura mesopotâmica, o inglês George Adam Smith, o qual, em outras circunstâncias, seria bem pacato. O ambiente é o final do século 19, quando milhares de tábuas de barro provenientes da Mesopotâmia foram acrescentadas à coleção do museu britâ­nico. Por estar fazendo a leitura inicial dessas tábuas, tornou-se a primeira pessoa desde a antigüidade a ler a décima primeira tábua do épico de Gilgamesh a qual é a parte que narra acerca do grande dilúvio. Diz a história que quando Smith leu a tábua e notou a incrível similaridade com o relato bíblico do dilúvio, ele subiu em cima de uma mesa de biblioteca e começou a rasgar as roupas por estar tão empolgado.[1]

Se essa história é verdadeira ou não, certamente reflete a realidade da empolgação que estudiosos sentiam quando viram a intima ligação entre as várias e antigas tradições do dilúvio. 

Em resumo, acharam que haviam encontrado a origem do relato bíblico. Este era simplesmente uma reescrita do relato do antigo Oriente Próximo! Frederick Delitzsh, filho do grande comenta­rista luterano Franz Delitzsch, e figura de peso na disciplina relativamente recente de estudo da antiga Mesopotâmia (assirio- logia), bem como outros estudiosos, defenderam a idéia de que a Bíblia era, em essência, um débil reflexo desses grandes mitos e lendas.[2] Mas será que essa é a única explicação? Antes de poder­mos responder a essa pergunta, precisamos apresentar com mais detalhes o que, exatamente, a literatura antiga extrabíblica diz sobre o dilúvio. 

Relatos mesopotâmicos sobre o dilúvio 

23 de outubro de 2016

R. K. HARRISON - Levítico: Introdução

antigo testamento danilo moraes
O TÍTULO DO LIVRO 

Na Bíblia Hebraica, o livro de Levítico é o terceiro dos cinco livros da Lei, ou Torá, cuja autoria era atribuída a Moisés pela tradição hebrai­ca antiga. A palavra inicial do livro, wayyiqrã ’ “e Ele chamou,” foi usa­da como título pelos judeus, que também descreviam Levítico por desig­nações tais como “a lei dos sacerdotes,” “o livro dos sacerdotes,” e “a lei das ofertas.” Estas últimas designações caracterizavam o conteúdo geral do livro, reconhecendo-o como uma obra principalmente escrita para o sacerdócio hebraico. 

A versão grega do Antigo Testamento, a Septuaginta, chamava o livro de Leuitikon ou Leueitikon, i.é, “a respeito dos levitas.” A Vulga­ta, uma revisão da versão latina antiga, traduziu o título grego pela fra­se Liber Leviticus, da qual derivou o título na Bíblia em português. Em­bora o livro se ocupe muito mais com os deveres dos sacerdotes do que com os dos levitas, o título em português não deixa de ser apropriado, visto que o sacerdócio hebraico era essencialmente levítico no seu cará­ter (cf.Hb 7:11). 

A NATUREZA DE LEVÍTICO 

Visto que Levítico é basicamente um manual de regulamentos e procedimentos sacerdotais, é natural que apenas o elemento puramen­te histórico fosse subordinado a considerações rituais e legais. Mesmo assim, há narrativas históricas entretecidas com seções de leis e instru­ções acerca de procedimentos sacrificiais de tal maneira que fica claro que Levítico tem estreita conexão histórica com Êxodo e Números. Por razões puramente de estilo, Levítico está ligado com Êxodo 20 — 40, e a associação é demonstrada no texto hebraico mediante as palavras ini­ciais de Levítico, cuja primeiríssima consoante é um “vav consecutivo,” que indica uma conexão direta com o que imediatamente o precedeu é, Êxodo 40:38. 

Levítico desenvolve questões que dizem respeito ao ordenar do culto no santuário divino que apenas são mencionadas de modo breve em Êxodo. Ao passo que este último descreveu as especificações e a construção do tabernáculo, Levítico narra a maneira segundo a qual os sacerdotes devem cuidar do santuário e sala do trono do Grande Rei. A obra é um tratado jurídico fundamentalmente importante porque contém os regulamentos mediante os quais a vida religiosa e civil da nação hebraica devia ser governada uma vez que a terra de Canaã fosse ocupada. 

22 de outubro de 2016

Sacrifícios e ofertas na Bíblia e no antigo Oriente Próximo


Bíblia de Estudo Arqueológica

21 de outubro de 2016

O tabernáculo e a arca


Bíblia de Estudo Arqueológica

VICTOR P. HAMILTON - As Provações no Deserto

victor hamilton danilo moraes
As Provações no Deserto 

Êxodo 15.22—18.27 

Após Êxodo 15.1-21, em 15.22—18.27, vemos uma mudança radical de ânimo e atmosfera. A comemoração de 15.1-21 dá lugar às reclamações de 15.22-26. Quase que imediatamente depois dos louvores de 15.1-21, a gratidão é substituída por lamúrias. Na verdade, uma das principais palavras encontradas nesse trecho de Êxodo, lün (“murmúrio, lamúria, reclamação”), ocorre no Anti­go Testamento apenas em relatos passados no deserto (Êx 15.22— 17.16; Nm 11.1—36.13). Ela aparece em Êxodo 15.24; 16.2,7,8; 17.3, e em nove ocorrências correspondentes de Números (Nm 14.2,27 [2x], 29, 36; 16.11,41; 17.5,10). Aúnica vez em que o verbo aparece fora de relatos durante o tempo no deserto é em Josué 9.18: “toda a congregação murmurava contra os príncipes”. 

Existem diversas semelhanças de vocabulário entre esse tre­cho e uma seção anterior, na qual as pragas são descritas, que vinculam um ao outro. (1) Em 7.24, “não podiam beber” as águas do rio (que se haviam tornado em sangue); em 15.23, “não pude­ram beber” as águas amargas de Mara. (2) Em 9.18 e 22, Deus fez "chover” saraiva por todo o Egito; em 16.4, fez “chover” pão sobre o acampamento dos israelitas. (3) Em 10.14,15, os gafanhotos “vi­eram sobre” [“invadiram”, NVI] e “cobriram” toda a terra; em 16.13, as cordonizes “subiram” [“apareceram”, NVI] e “cobriram" o arraial. (4) Em 7.20, Moisés “feriu” o Nilo com o cajado; em 17.5,6. ele “feriu” a rocha com a vara. (5) As pragas tinham como propósi­to fazer Faraó/Egito “saber que eu sou o Senhor” (7.5,17, e ou­tras); Deus supre seu povo de maná e cordonizes para que o povo “saiba” quem os livrou e sustentou (16.6,8). 

A viagem de três meses entre Egito e Sinai não foi tranquila, nem para Moisés nem para os israelitas. Durante essa breve fra­ção de seu itinerário, eles passaram por pelo menos quatro crises: as águas amargas de Mara (15.22-27); a falta dos víveres neces­sários (16.1-36); a falta de água para beber em Refidim (17.1-7): a invasão dos amalequitas (17.8-16). Um quinto problema seria o estado de saúde de Moisés. Ele, evidentemente, mostra-se sobre­carregado. Seria possível que suportasse tal ritmo de maneira indefinida? Poderia Israel perder seu líder, tão perigosamente perto de uma exaustão física (18.1-27)? Ele estava esgotado (17.12) e sua agenda era frenética (18.13). 

20 de outubro de 2016

TREMPER LONGMAN III - Mito ou história? Gênesis e o Enuma Elish

danilo moraes antigo testamento
Mito ou história? 

Gênesis e o Enuma Elish 

Gênesis não foi escrito num vácuo. Pode ser a parte mais antiga das Escrituras, mas não é, de modo algum, a literatura mais antiga do antigo Oriente Próximo. 

As obras literárias mais antigas que têm algum peso no estudo da Bíblia são provenientes dos povos antigos da Mesopotâmia e do Egito, os dois dínamos culturais daquela época. A data mais remota que é possível atribuir a Moisés é o século XV a.C., enquanto os primeiros textos de literatura suméria e egípcia procedem da pri­meira parte do terceiro milênio. Para o estudo do Antigo Testa­mento também é importante a literatura oriunda dos vizinhos mais próximos de Israel, em particular a que foi escrita em ugarítico, pois tal literatura reflete ideias religiosas cananéias. 

Os capítulos quatro e cinco exploram aspectos diferentes da abundante literatura do antigo Oriente Próximo que mostram semelhança com partes do livro de Gênesis. O contexto cultural de qualquer livro bíblico é importante, mas para Gênesis é algo particularmente crucial tendo em vista a literatura que sobrevi­veu até nós. Neste capítulo leremos o relato da criação à luz de relatos rivais de nações circunvizinhas. Nesse processo surge a pergunta sobre se é acertado considerar o relato da criação em Gênesis como mito ou como história. Além disso, avaliaremos a existência de histórias do dilúvio semelhantes ao relato bíblico de Noé. No capítulo cinco, será avaliada a importância da descrição de costumes parecidos com aqueles observados pelos patriarcas. 



A criação em relatos no Antigo Oriente próximo 

Hoje, quando leio Gênesis 1—2, meus pensamentos vão para as aulas de biologia e física que tive durante o ensino médio. Como a descrição bíblica da criação tem a ver com a teoria do big bang e com a evolução? 

Não há dúvidas de que Gênesis 1—2 tem um peso na ava­liação que fazemos desses relatos científicos modernos sobre as origens do cosmo e do homem. Mas um momento de reflexão nos fará lembrar que nenhum autor ou leitor antigo teria tido a idéia de fazer tal comparação. E certo que o relato bíblico da criação não foi escrito para se contrapor a Charles Darwin ou Stephen Hawking, mas foi escrito à luz de descrições rivais da criação. E, graças às descobertas de arqueólogos e especialistas em línguas antigas dos últimos duzentos anos, temos em mãos pelo menos algumas daquelas ideias que têm disputado os corações e as mentes dos antigos israelitas. Em vez de fornecer uma lista exaustiva dos muitos e diferentes mitos dos vizinhos de Israel, citarei pontos de comparação e contraste entre, de um lado, os relatos bíblicos e, de outro, os dos egípcios, mesopotâmios e cananeus. 

19 de outubro de 2016

O ritual hitita para o estabelecimento de um novo templo para a deusa da noite

biblia antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

18 de outubro de 2016

RANDALL PRICE - O rei Davi, figura mítica ou monarca famoso?

danilo moraes rei davi
Adicionar legenda
A pessoa do rei Davi agiganta-se nas páginas do Antigo e Novo Testamen­tos, sendo mencionada cerca de 1.048 vezes. No Antigo Testamento ele é o assun­to primário de 62 capítulos e o autor de 73 salmos. No Novo Testamento, figura proeminentemente em ambos os lados da genealogia de Jesus e no lugar onde este nasceu (Mt 1.1,6,17,20; Lc 2.4,11; 3.31), pois “Cristo é Filho de Davi” (Lc 20.41), que herdará “o trono de Davi, seu pai” (Lc 1.32). E, recentemente, baseado nas conquistas históricas do rei Davi, Jerusalém celebrou seu 3.000° aniversário da conquista feita por Davi da cidade dos jebuseus (2 Sm 5.7-25). 

Com tal ênfase em Davi nas Escrituras, para muitos causa surpresa saber que até há pouco tempo todos os livros que lidam com a história da Terra Santa tinham de admitir que nenhum rastro de Davi jamais aparecera nos registros arqueológicos. Era típico haver declaração como esta de uma das maiores auto­ridades em arqueologia bíblica, senhora Kathleen Kenyon — palavras proferi­das há apenas dez anos: 

Para muitas pessoas parece surpreendente que Davi e Salomão ainda permaneçam desconhecidos fora das páginas do Velho Testamento ou de fontes literárias diretamente derivadas do texto sagrado. Nunca foi encontrada alguma inscrição extrabíblica, quer da Palestina ou de país vizinho, que contivesse referência a eles.2 

O mito do rei Davi 

A Anatólia e os hititas

biblia danilo moraes antigo testamento
Bíblia de Estudo Arqueológica

15 de outubro de 2016

R. ALAN COLE - Rebelião e Renovação (32.1-40.38)

danilo moraes antigo testamento
IV. REBELIÃO E RENOVAÇÃO (32:1 — 40:38)

a. Rebelião e Expiação (32:1-33:23)

Esta é uma passagem bem vívida, mostrando que a experiência espiritual de Moisés não estava sendo compartilhada pelo povo. Até mes­mo Arão sai do episódio com uma imagem negativa: ele, todavia, não tivera a preparação especial que Moisés tivera no Egito, nem a visão que Moisés tivera como pastor no Sinai. Somente Josué parece compar­tilhar da disposição mental de Moisés, como o faz também, em menor escala, a tribo de Levi. Mas até mesmo Israel não deve ser julgado tão severamente; eles haviam sido uma nação de escravos e ainda possuíam a mentalidade de escravos, mesmo que Deus já os tivesse libertado. Paulo reclama do mesmo problema entre crentes em Gálatas 5:1. Na verdade, muito da linguagem do apóstolo ao descrever tais crentes pa­rece se derivar da descrição dos israelitas errantes no Velho Testamen­to. As histórias de Israel têm seu grande valor exemplar devido ao fato de Israel ser tão semelhante a nós (1 Co 10).

A história progride rapidamente e mostra a ira de Deus e a inter­cessão altruísta de Moisés. As pobres desculpas apresentadas por Arão demonstram ao mesmo tempo o medo que tinha de seu irmão e das con­sequências. As tábuas quebradas falam da aliança quebrada. O juízo de Deus cai sobre o povo, pela espada da tribo de Levi que assim conquista a posição sacerdotal por amar mais a Deus do que seus amigos e paren­tes. O capítulo 32 termina com outra nobre petição de Moisés, desta fei­ta um pedido de perdão para Israel, mesmo que às custas de sua própria exclusão. O capítulo seguinte mostra as consequências inevitáveis de tal pecado reveladas pelo inusitado distanciamento entre Deus e Israel, simbolizado pela localização da tenda da congregação. Por outro lado o capítulo também mostra o intenso desejo de íntima comunhão com Deus demonstrado por Moisés, e como sua oração foi atendida.

14 de outubro de 2016

Bezerro de Ouro

danilo moraes antigo testamento

Bíblia de Estudo Arqueológica

13 de outubro de 2016

Artesanato Antigo - Bíblia de Estudo Arqueológica

danilo moraes antigo testamento

Artesanato Antigo - Bíblia de Estudo Arqueológica
Bíblia de Estudo Arqueológica

12 de outubro de 2016

IETB - Instituto de Educação Teológica Bereana

CURSO DE TEOLOGIA: BÁSICO, MÉDIO E BACHAREL

IETB - Instituto de Educação Teológica Bereana

Acesse a página do Facebook: https://www.facebook.com/teologia.danilomoraes

O IETB - Instituto de Educação Teológica Bereana, oferece cursos livres em Teologia, totalmente online, com o objetivo de introduzir o estudante no conhecimento das doutrinas centrais da fé cristã.
Primeiramente precisamos responder a seguinte pergunta: Quem precisa de teologia?

Resposta: A igreja contemporânea. Por que? Para que de fato possamos ser o povo de Deus neste mundo de forma relevante e na capacitação e unção do Espírito. De que tipo de teologia precisamos? Da que seja verdadeiramente bíblica, plenamente cristã e plenamente relevante. Da que encarne a mensagem bíblica como proclamada pelo povo de Deus e estabeleça conexão com a vida em nosso contexto. Somente esse tipo de teologia poderá nos fornecer os recursos intelectuais de que precisamos para vivenciar nosso chamado como discípulos de Cristo nesse mundo.

INFORMAÇÕES DO CURSO

A modalidade dos cursos são totalmente online pela Internet. Assim, você escolhe a melhor hora para estudar. Podendo ser agendado encontros virtuais e plantão “tira dúvidas”.
Será enviado para cada aluno matriculado vídeo aulas específicas de cada disciplina. Serão 4 vídeo aulas por disciplina. Também será enviado o material de apoio, contendo cerca de 50 a 70 páginas por disciplina (enviado por e-mail).



O aluno terá total acompanhamento individual em todo o período de seu curso pelo professor.


GRADE CURRICULAR DOS CURSOS
CURSO BÁSICO EM TEOLOGIA (18 disciplinas = 72 vídeo aulas: 4 para cada disciplina + 1 apostila para cada disciplina).

1) Introdução Bíblica
2) Teologia Sistemática - Deus
3) Teologia Sistemática - Cristologia
4) Teologia Sistemática - Paracletologia
5) Teologia Sistemática – Antropologia
6) Teologia Sistemática - Eclesiologia
7) Teologia Sistemática - Soteriologia
8) Teologia Sistemática – Angelologia
9) Teologia Sistemática – Escatologia
10) Geografia Bíblica
11) Panorama do Antigo Testamento
12) Panorama do Novo Testamento
13) Evangelismo Estratégico
14) Seitas e Heresias
15) Teologia Pastoral
16) Hermenêutica 
17) Homilética
18) História da Igreja


CURSO MÉDIO EM TEOLOGIA (36 disciplinas = 144 vídeo aulas: 4 para cada disciplina + 1 apostila para cada disciplina).
Todas as matérias do curso Básico, incluindo as descritas baixo:


1) História de Israel I
2) História de Israel II
3) Teologia do Antigo Testamento I
4) Teologia do Antigo Testamento II
5) Teologia do Novo Testamento I
6) Teologia do Novo Testamento II
7) Introdução ao Antigo Testamento I
8) Introdução ao Antigo Testamento II
9) Introdução ao Novo Testamento I
10) Introdução ao Novo Testamento II
11) Ética Cristã
12) Teologia de Missões
13) Teologia Contemporânea
14) Apologética Cristã
15) Cosmovisão Cristã
16) Arqueologia Bíblica
17) Exegese do Novo Testamento
18) Exegese do Antigo Testamento


CURSO BACHAREL EM TEOLOGIA (48 disciplinas = 192 vídeo aulas: 4 para cada disciplina + 1 apostila para cada disciplina).
Todas as matérias do curso Básico e Médio, incluindo as descritas baixo:


1) Religiões Comparadas
2) Português – Técnicas de Redação
3) Língua Grega I
4) Língue Grega II
5) Língua Hebraica I
6) Língua Hebraica II
7) Filosofia Geral
8) Filosofia Cristã
9) Educação Cristã
10) Sociologia da Religião
11) Psicologia Cristã
12) Administração Eclesiástica


METODOLOGIA DO CURSO

O curso tem em cada disciplina a duração de 1 mês aproximadamente. No final de cada disciplina o aluno receberá uma avaliação que deverá ser entregue, para aproveitamento da disciplina. Não precisa “fechar turma” para dar início ao curso. O curso é rotativo e cada aluno estará recebendo as vídeo aulas e os matérias de apoio, contendo cerca de 50 a 70 páginas por disciplina.

Para receber o Certificado e Histórico Escolar via Correios o aluno deve pagar a taxa de diplomação de R$ 50,00. Se optar por receber via internet (Certificado e Histórico virtuais) não precisará pagar a taxa de diplomação.

MATRÍCULA

Para realizar a matrícula, o interessado, deve seguir os seguintes passos:
Curta a página “Estudando Teologia com o Prof Danilo Moraes”.
Enviar por “in-box” os seguintes dados: Nome Completo, data de nascimento e e-mail. Maiores informações também pode ser pelo WatsApp (11) 9 4510-8784.
Efetuar o valor da taxa de matrícula (R$ 25,00) e o valor da primeira disciplina do curso. Segue abaixo as opções:


VALORES

BÁSICO EM TEOLOGIA = Valor total R$ 160,00 à vista, ou em 3x de R$ 60,00.
MÉDIO EM TEOLOGIA = Valor Total R$ 340,00 à vista, ou em 6x de R$ 60,00.
BACHAREL EM TEOLOGIA = Valor Total R$ 490,00 à vista, ou em 9x de R$ 60,00.
As formas de pagamentos serão através de depósito bancário, transferência bancária ou parcelamento no cartão de crédito.

Obs.: Os dados bancários devem ser solicitados pelos alunos matriculados no curso.

DADOS DO PROFESSOR

Mestre em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo - FTBSP (2012). Convalidação em Teologia pela Escola Superior de Teologia - EST (2015). Curso de Hebraico e Aramaico em andamento pela USP (2015). Graduação em Teologia pelo Instituto Betel de Ensino Superior - IBES (2004). Especialização em Apologética Cristã pelo Instituto Cristão de Pesquisas – ICP (2002). Professor de teologia em diversos seminários.

Autor do Livro: O Pentateuco – uma crítica dos pressupostos científicos das Hipóteses Documentárias em face da autoridade bíblica e seus fundamentos. Editora Fonte Editorial, 2015, 408p.
Para detalhes da formação acadêmica, acessar meu Currículo Lattes:http://lattes.cnpq.br/8083520243568437
Acesse o link da página: https://www.facebook.com/teologia.danilomoraes/

VICTOR P. HAMILTON: As Pragas, a Páscoa e o Êxodo

danilo moraes victor hamilton
As Pragas, a Páscoa e o Êxodo 

Êxodo 7.1—15.21 

Essa parte de Êxodo dedica-se principalmente à descrição das pragas enviadas por Deus ao Egito (7.14—11.10; 12.29-32) e ao êxodo do Egito via mar Vermelho (ou de juncos). Como prepara­ção, Moisés recebe de Deus essa espantosa palavra: “Eis que te tenho posto por Deus sobre Faraó” (7.1). E antes de qualquer eu­foria, Deus também diz: “Faraó, porém, não vos ouvirá” (7.4). Um Deus a quem não dariam ouvidos! 

As Pragas 

A função das pragas diz respeito à palavra de Faraó (5.2): “Não conheço o Senhor”. A principal palavra aqui é “conhecer/saber”. Ela aparece em: 

6.7: “E sabereis [Israel] que eu sou o Senhor, vosso Deus”. 

7.5: “Os egípcios saberão que eu sou o Senhor”. 

7.17: “Nisto saberás [Faraó] que eu sou o Senhor” (na primeira praga). 

8.10: “Para que saibas [Faraó] que ninguém há como o Senhor, nosso Deus” (segunda praga). 

8.22: “Para que saibas que eu sou o Senhor no meio desta ter­ra” (quarta praga). 

9.14: “Enviarei todas as minhas pragas [...] para que saibas [Faraó] que não há outro como eu em toda a terra" (sétima praga). 

9.29: “Estenderei [Moisés] as mãos [...] e não haverá mais sa­raiva; para que saibas que a terra é do Senhor” (tam­bém na sétima praga). 

10.2: “Para que contes [Moisés e Israel] as coisas que fiz no Egito e os meus sinais que tenho feito [o Senhor] entre eles [os egípcios]: para que saibais que eu sou o Senhor" (oitava praga). 

11.7: “Para que saibais [Moisés e Israel] que o Senhor fez dife­rença entre os egípcios e os israelitas” (décima praga). 

14.4: “E serei glorificado em Faraó [...] e saberão os egípcios que eu sou o Senhor” (na travessia do mar). 

14.18: “E os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando for glorificado em Faraó, e nos seus carros, e nos seus cavaleiros”. 

11 de outubro de 2016

RANDALL PRICE - O Êxodo

randall price danilo moraes
O Êxodo

Enquanto estas palavras estão sendo escritas é Páscoa novamente na ter­ra. Por todo o mundo, judeus (e muitos cristãos, veja 1 Coríntios 5.7-8) estão celebrando a redenção da escravidão no Egito. Numa cerimônia que a comuni­dade judaica tem celebrado em sucessão inquebrável por quase 3.500 anos, a Páscoa comemora o evento que foi o marco do início da nação judaica — o êxodo. É curioso, então, que mesmo sendo mantida a Seder (a refeição tradici­onal) e lida a Hagaddah (a história recontada), alguns eruditos judeus e cristãos acreditem que o êxodo nunca aconteceu! Por exemplo, o Rabi Sherwin Wine, fundador do judaísmo humanista, tem discutido que o êxodo tenha sido “cria­do por sacerdotes escribas em Jerusalém” que usaram “uma série de velhas len­das e distorceram lembranças que não tinham nenhuma relação com história.”2 Os eruditos em Antigo Testamento N.P. Lemche e G.W. Ahlstrõm consideram o êxodo uma “ficção”3 e “preocupado com mitologia ao invés do relato de fatos históricos.”4 Anos atrás, o erudito judeu Hugh Schonfield escreveu um livro chamado The Passover Plot (A Conspiração da Páscoa), no qual ele concluiu erroneamente que Jesus havia encenado sua morte e ressurreição. Mas se a visão destes eruditos concernente ao êxodo estiver correta, então aquela terá sido a primeira conspiração da Páscoa! 


A arqueologia explica um texto difícil 

A narrativa bíblica das dez pragas é uma das mais memoráveis e funda­mentais partes da história do êxodo. Quem não se lembra do rio que virou sangue, as hordas de gafanhotos, e o meu favorito pessoal quando criança — as pilhas de rãs! Será que esta é somente uma história supersticiosa ou houve um ambiente histórico para estas pragas incomuns? Olhando através de len­tes arqueológicas para a religião do Egito, podemos entender as pragas como uma polêmica divina (ataque) contra os deuses fabricados dos egípcios (na tumba de Séti eu fotografei pelo menos 74). Associações entre pragas indivi­duais e de

TREMPER LONGMAN III - Quem escreveu Gênesis

ANTIGO TESTAMENTO DANILO MORAES
O formato do livro de Gênesis

Fundamental para a compreensão de qualquer livro é ter cons- IS ciência de sua forma literária. Essa forma possui três com­ponentes principais: gênero, estrutura e estilo.

Gênero se refere à categoria literária de um livro. A maneira como o leitor percebe o gênero de um livro determina como inter­pretá-lo. De fato, lemos ficção científica de forma diferente de não-ficção, ciência de forma diferente de mitologia, e assim por diante. Determinar erroneamente um gênero é interpretar erro­neamente sua mensagem e significado.

Neste capítulo emprego o termo estrutura simplesmente para designar o esboço de um livro. Quais são os pontos principais de um livro? Aliás, eu até argumentaria que um livro pode ser estru­turado de mais de uma maneira. Entretanto, o esboço não é arbi­trário, e intérpretes devem ser capazes de descrever um motivo para dividi-lo da forma como fazem.

Finalmente, estilo é referência à maneira em particular que um autor escreve. Muitas definições de estilo têm sido apresentadas, mas empregaremos uma que é clara e útil: “Cada escritor faz, necessaria­mente, escolhas para se expressar, e é nessas escolhas, na sua ‘maneira de colocar as coisas’, que se encontra o estilo [....] Cada análise de estilo [...] é uma tentativa de encontrar os princípios estilísticos que estão por trás das escolhas de linguagem feitas pelo escritor[1].”


Que tipo de livro é Gênesis?

O gênero provoca uma estratégia de leitura. Faz toda diferença se identificamos Gênesis, no todo ou em parte, como história, ou mito, ou parábola, ou lenda ou saga, e todas essas categorias têm sido sugeridas na história da interpretação do livro.

Nosso interesse se encontra no livro todo em sua forma canônica atual. E óbvio que em Gênesis existe uma variedade de tipos literários, por exemplo, genealogia (Gn 5), relato de guerra (Gn 14) e testamento poético (Gn 49).

A instituição de sacerdotes em Emar e em Israel

danilo moraes antigo testamento
Bíblia de Estudo Arqueológica

9 de outubro de 2016

R. ALAN COLE - A Aliança Ratificada

alan cole antigo testamento
d. A Aliança Ratificada (24:1-18)

24:1-11. O Estabelecimento da Aliança.

1. Tu e Arão, Nadabe e Abiú. Este versículo apresenta os persona­gens do drama que Será desenvolvido nos versículos 9 a 11.

Nadabe e Abiú são os dois filhos de Arão, cuja morte, por julga­mento divino, é registrada em Números 3:4; a história real se encontra em Levítico 10. Isto explica o fato de não aparecerem mais tarde. Também nos assegura a autenticidade da tradição, pois ninguém iria in­serir seus nomes aqui, no relato de tão importante evento. Em contras­te, “Arão e Hur” (v. 14) já formam um “par” bem conhecido de 17:12, a descrição da batalha contra Amaleque.

Setenta dos anciãos de Israel. Este é um número aproximado tradicional, representando ou as doze tribos de Israel ou os setenta descen­dentes de Jacó (Nm 11:16 e Lc 10:1). Talvez estes “cheiques” fossem uma característica permanente da então futura estrutura tribal de Is­rael, como os doze chefes tribais em Números 1.

2. Só Moisés subiu ao cume do monte. A cena do Getsêmani é se­melhante (Mt 26:36-39), e talvez denote graus de proximidade a Deus. O povo comum permanece ao pé da montanha; alguns outros chegam a meio caminho do cume; Moisés apenas, chega ao topo, junto a Deus.

3. Todas as palavras... todos os estatutos. Palavras pode ser uma referência à lei categórica (como “as dez palavras”) ao passo que esta­tutos (ou melhor, “decisões judiciais”) seriam a lei casuística. Uma vez que o livro da aliança contém ambos os tipos, a distinção não é impor­tante. Por outro lado, a distinção deixa claro que os dez mandamentos não eram os únicos termos da aliança (à parte do escopo mais amplo do material contido no livro da aliança).

4. Moisés escreveu todas as palavras de YHWH. Toda e qualquer aliança envolvia a leitura e aceitação pública de seus termos. A seguir, alguma forma visível deve ser dada às “obrigações contratuais”, e assim os termos da aliança são escritos. É inconcebível, neste milênio, que qualquer tratado possa existir sem forma escrita: a extensão da for­ma escrita desta aliança, todavia, é um ponto discutido. Poderia ser mais, ou menos, do que hoje aparece no “livro da aliança”. Não há muitos lugares no Pentateuco em que o registro escrito contemporâneo de leis ou acontecimentos seja enfatizado na tradição: compare, porém, a redação das “dez palavras” (31:18) e o registro da guerra contra Amaleque (17:14).

8 de outubro de 2016

VICTOR P. HAMILTON: Êxodo 1-6 - Moisés

antigo testamento danilo moraes
Êxodo 1-6 

Moisés 

É possível esboçar o livro de Êxodo de uma das três formas seguintes: 

i. Opressão (1.1—12.36) 

ii. Libertação (12.37—15.21) 

iii. Peregrinação (15.22—19.25) 

iv. Revelação Divina (20.1—24.18) 

v. Veneração Divina (25.1—40.38) 

I. No Egito (1.1—15.21) 

II. Rumo ao Sinai (15.22—19.2) 

III. No Sinai (19.3—40.38) 

I. O ato salvífico de Deus: libertação do sofrimento (capítulos 1—14) 

a) O sofrimento (capítulos 1—11); 

b) A libertação (capítulos 12—14); 

II. A reação do homem em louvor (15.1-21) 

III. A ação de Deus: preservação (15.22—18.27) a) a) Da sede (15.22-27; 17.1-7); 

b) Da fome (capítulo 16); 

c) Do desespero (17.8-16; 18.1-27); 

IV. A reação do homem em obediência (capítulos 19—31) 

V. Transgressão e renovo (capítulos 32—40) (segundo "Westermann) 

Em muitos aspectos, as experiências de Moisés na primeira parte do livro são análogas às experiências dos israelitas na últi­ma parte do livro (ver Smith). Ambos fogem do Egito: Moisés no capítulo 2 e Israel no capítulo 12. Ambos vão a uma montanha onde Deus lhes fala: Moisés no capítulo 3 e Israel no capítulo 19. Deus chama Moisés para seu serviço nos capítulos 3 e 4 e renova o chamado no capítulo 6, após as desagradáveis experiências do capítulo 5; nos capítulos 19—24, Deus oferece uma aliança ao seu povo e renova sua oferta no capítulo 34, após as terríveis experi­ências do capítulo 32. 

Independentemente da organização utilizada em um esboço de Êxodo, as divisões básicas da estrutura do livro são bastante cla­ras. Ao contrário do livro de Gênesis, que enfoca diversos perso­nagens humanos (na parte dos patriarcas), Êxodo destaca apenas um: Moisés. Também ao contrário do livro de Gênesis, que abarca um considerável período de tempo (novamente do capítulo 12 ao 50) — pelo menos quatro gerações — Êxodo 19—40 cobre apenas cerca de um ano. Os israelitas chegaram ao Sinai três meses após deixar o Egito (19.1). Cerca de onze meses mais tarde, deixaram o Sinai em direção a Canaã. Cronologicamente, portanto, o livro de Êxodo segue o esquema esboçado na tabela 1. 

7 de outubro de 2016

Urim e Tumim

antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

TREMPER LONGMAN III - Compreendendo o livro das “origens”

antigo testamento danilo moraes
Este livro não é um comentário, embora vá oferecer uma interpretação geral de Gênesis, especialmente nos capítulos 7—9. A semelhança dos livros precedentes de minha autoria, que exa­minam Salmos e Provérbios,[1] Como ler Gênesis explora uma abor­dagem interpretativa adequada do livro de Gênesis. Uma vez que muitos de nós crescemos ouvindo as histórias de Gênesis (criação, queda, dilúvio), elas soam bem familiares. Entretanto, preci­samos ser lembrados de que foram escritas num contexto antigo. Talvez as interpretações que ouvimos quando éramos crianças e jovens estejam corretas, mas, com um estudo mais aprofundado, podem necessitar de ajustes. 

A verdade é que a interpretação apropriada de qualquer peça literária e, em particular, de um texto tão antigo e tão importante quanto a Bíblia, merece uma reflexão cuidadosa de nossa parte. O capítulo um fornecerá as ferramentas interpretativas que permi­tirão que aperfeiçoemos nossa compreensão de Gênesis. E, na medida que o fizermos, vamos notar que Gênesis é um tipo de livro diferente de Salmos e Provérbios e, por esse motivo, teremos de fazer a sintonia fina de nossa estratégia interpretativa. 

A estratégia se concentrará em descobrir a intenção do autor humano. Caso contrário, corremos o risco de levar para dentro do texto todo tipo de idéias alheias. No entanto, não devemos jamais nos esquecer de que Gênesis faz parte do cânon e, por esse motivo, reivindica, em derradeira instância, autoridade divina. Deus empregou autores humanos para produzirem a Bíblia, mas ele é o derradeiro autor. Embora fundamentemos nossa interpretação naquilo que, conforme propomos, é o sentido do autor humano, também acreditamos que a intenção divina pode transcender a do autor humano. Contudo, só podemos reconhecer esta última caso um autor posterior traga esse sentido à tona. Este será o tema do capítulo dez. 

5 de outubro de 2016

O festival de Zukru

antigo testamento arqueologia
Bíblia de Estudo Arqueológica

4 de outubro de 2016

RANDALL PRICE - Sodoma e Gomorra

danilo moraes antigo testamento
A Bíblia registra que no tempo de Abraão, uma pentápolis (um grupo de cinco cidades) se estendia ao longo da bem irrigada planície na porção sul do Vale do Jordão (Gn 13.10-11). 

Em um dos relatos mais memoráveis da Bíblia, lemos que uma destruição cataclísmica cobriu duas destas cidades — Sodoma e Gomorra (Gn 19.24-29). De acordo com a Bíblia, os habitantes eram tão ímpios (Gn 18.20; 19.1-13) que uma chuva de “fogo e enxofre” foi enviada por Deus em juízo. Como resul­tado, a reputação das cidades como “cidades de pecado” tornou-se um exemplo na Bíblia; os profetas e Jesus frequentemente usando a frase “como Sodoma e Gomorra” em advertências de castigo divino. A infâmia destas cidades persiste até hoje preservada em nossa palavra portuguesa sodomia. 

Ceticismo dos eruditos 

Para muitos eruditos da Bíblia e arqueólogos, a história de Sodoma e Gomorra é apenas isso — uma história. Os mais críticos eruditos da Bíblia, como Theodor Gaster, chamaram-na de “história puramente mítica”. Pa

GERARD van GRONINGEN: A Revelação Messiânica Depois do Exílio (Parte 3)

antigo testamento danilo moraes
A Revelação Messiânica Depois do Exílio

Os Escritos Históricos 

1 e 2 Crônicas 

O verbo hebraico mõSah (ungir) aparece apenas uma vez em Crônicas (2 Cr 227), e isso em referência a Jeú, a quem Yahwéh levantou para destruir a casa de Acabe. O adjetivo, mais freqüentemente usado como substantivo, niãStáh (ungido), aparece duas vezes: em 1 Cr 16.22, onde é sinônimo de profetas, e em 2 Cr 6.42 onde, na oração de Salomão, há o pedido para que Yahwéh se lembre de Davi, o ungido. Essas passagens foram referidas, direta ou indiretamente, quando discutimos passagens paralelas nos Salmos e em Reis. Em vista deste fato, poderia parecer redundante referirmo-nos de novo a elas. Outra razão por que alguém pode admirar-se por que seja necessária mesmo uma breve referência a 1 e 2 Crônicas é que esse material foi escrito na era pós-exílica, tempo quando, assim como escritores muitos têm indicado, o templo, o sacerdócio e o culto eram os assuntos principais que confrontavam o remanescente da comunidade do pacto no retomo do exílio. Mas esta última pressuposição tem sido desafiada — e crescentemente—nas últimas décadas. Uns poucos exemplos serão suficientes. 

Sigmund Mowinckel afirma que o cronista queria provar que Zorobabel era da linhagem real de Davi; em outras palavras, ele era da linha dos reis ungidos; em sua discussão sobre o Filho do Homem como um davidita real, ele também se refere aos escritos do Cronista.[1] Arthur S. Herbert aponta para a referência inconfundível do Cronista à "função do príncipe messiânico (Davi) no culto de Israel centralizado no templo".[2] Ensaístas têm contribuído para acentuar este ponto, isto é, que a linha real davídica, levada em conta sua importância messiânica, é um fator central nos escritos do Cronista.[3]

Leis sobre escravidão e trabalho no antigo Oriente Médio

antigo testamento

danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

3 de outubro de 2016

Altares Antigos

arqueologia antigo testamento

arqueologia danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica