31 de julho de 2013

O Império Greco-Macedônico



Gleason L. Archer - A Credibilidade das Cifras do Censo no livro de Números

Os críticos racionalistas sempre rejeitaram as estatísticas de
Números como não sendo plausivelmente altas, e geralmente as
rejeitaram como sendo fabricações da escola Sacerdotal. Isto, na-
turalmente, é baseado na suposição duvidosa de que aquilo que é
fora do comum é impossível. Tem havido uma tendência entre
os estudiosos mais recentes em explicar as estatísticas do texto
hebraico ao interpretar a palavra ’eleph “mil” como sendo o equi-
valente de “família” ou “clã”, (Jz 6:15; 1 Sm 10:19, etc.); mas é
muito claro, nos capítulos sobre os recenseamentos, (Nm 1-4; 26)
que ’eleph significa milhares mesmo, sendo que a unidade inferior
depois de ’eleph é mê’õt, “centenas” (assim em Nm 1:21, 23, 25
etc.). A maior contribuição que uma “família” poderia fazer para
o exército nacional seria uma média de quatro ou cinco homens,
e seria absurdo supor que as “centenas” seriam mencionadas como
sendo uma unidade numericamente inferior ao contingente de
cinco homens cada.

30 de julho de 2013

Os Persas




Eugene H. Merril - Uma teologia do Êxodo: O concerto e os dez mandamentos

É impossível empreender aqui a exegese detalhada dos versículos que com-
põem o Decálogo (Ex 20.3-17). Nem é necessário, porque o seu significado
mais completo deriva da posição canônica como estipulações do concerto. É
com esta configuração em mente que fazemos as observações a seguir.

O primeiro mandamento. Este primeiro mandamento trata diretamente
do cerne da relação pressuposta pelo tratado entre soberano e vassalo. O Senhor,
em virtude de eleger e libertar salvadoramente o povo tirando-o de outro senhor
(o Egito), ordena os israelitas a empreender e manter uma atitude de lealdade 
indivisa a Ele. “Não terás outros deuses diante de mim” (v. 3) é uma afirmação

29 de julho de 2013

Relações entre Egito e Israel


Roland de Vaux - Evolução dos costumes familiares

Essa forte constituição da família é uma herança da organização tribal. A passagem à vida sedentária e, sobretudo, o desenvolvimento da vida urbana introduziram transformações sociais que afetaram os costumes familiares.

A família deixa de bastar-se a si mesma, pois as exigências do bem-estar material aumentam e o desenvolvimento das indústrias conduz a uma espe¬cialização das atividades.

Contudo, os vínculos de sangue tiveram sua revanche. Provavelmente, como no Egito, os ofícios eram transmitidos de pai para filho. O sacerdócio, reservado às famílias da tribo de Levi, não era sem dúvida mais que um caso limite de uma prática comum. A verdade é que algumas aldeias eram habitadas 
InstituiçAi * i" I-SRAtu. no Antioo Ti stamunto

27 de julho de 2013

O cosmos de Gênesis 1


26 de julho de 2013

Mauro Meister - Deus tornou o mal em bem? Uma avaliação da tradução de Gênesis 50.20?

Mauro Fernando Meister
FIDES REFORMATA XVII, Nº 1 (2012): 79-87

RESUMO

Este artigo faz uma análise da tradução do texto de Gênesis 50.20 e pro-cura mostrar como muitas traduções têm uma forte orientação teológica que prepondera sobre o sentido natural do texto. O fato é que as traduções seguem tendências teológicas e não podem ser consideradas teologicamente neutras. Além da teoria de tradução adotada, é importante conhecer a influência da teologia no processo de tradução. A questão é que a tradução do texto bíblico, seja por um indivíduo ou por uma equipe de tradutores, sempre vai carregar uma tendência teológica. A intenção deste artigo é mostrar como essa influência operou na tradução de Gênesis 50.20.

Principais alianças do Antigo Testamento



Gleason L. Archer - Números: Princípios Subjacentes

A lição espiritual ressaltada pelo Livro inteiro é que o povo
de Deus só pode avançar na medida de sua disposição em confiar
totalmente nas Suas promessas, dependendo totalmente da Sua
força. A tragédia de Cades-Barnéia era a conseqüência inevitável
da descrença; só os que realmente crêem entram no descanso de
Deus. Sem esta fé, só lhes resta morrer em vão no deserto (cf.
Hb 3:7-19). O propósito do recenseamento tomado antes do fra-
casso de - Cades (Nm caps. 1-4) e do recenseamento da geração(
posterior nas planícies de Moabe (Nm cap. 26) era demonstrar
que não seria qualquer insuficiência em números que não os per-
mitia entrar em Canaã. Não se tratava do tamanho dos seus
exércitos; tratava-se do tamanho da sua fé. Apesar de não serem
mais numerosos do que seus pais, a geração mais jovem conse-
guiu conquistar Canaã por causa da sua disposição de confiar em
Deus do princípio ao fim, obedecendo Suas instruções para a mar-
cha (duma maneira que seus pais não fizeram em Cades-Barnéia).

25 de julho de 2013

Arqueólogos alegam ter encontrado casa do profeta Eliseu

Durante 16 anos de escavação no sítio arqueológico de Tel Rehov, no Vale do Jordão, um grupo de arqueólogos descobriram uma cidade de 3000 anos de idade. Nela, encontraram um edifício diferente dos demais, que acreditam ter sido a casa do profeta Eliseu.

“A casa estava cheia de objetos diferenciados … dois altares de cerâmica usados ​​para queimar incenso”, explicou o arqueólogo Ami Mazar à CBN News.

Deuses falsos na Bíblia


Eugene H. Merril - Uma teologia do Êxodo: Israel e a responsabilidade do concerto

Como Israel tinha de vivenciar a vida nacional levando em conta o seu
compromisso, é o que está explicitado em detalhes no concerto sinaítico (e pos-
teriormente deuteronômico), especificamente nas grandes seções de estipulação
daquele texto do concerto. É habitual na erudição bíblica referir-se aos Dez
Mandamentos e ao livro do concerto, que os segue, como lei no sentido de
jurisprudência comum. Embora esta não seja uma noção totalmente errônea, 
o mais recente reconhecimento de que estas seções são nada menos do que as
cláusulas de estipulação em um documento de tratado que teve o efeito saudável
de localizá-los mais precisamente no ambiente histórico, literário e teológico. 

24 de julho de 2013

Cânticos da Bíblia


Roland de Vaux - A solidariedade familiar: o Go'el

Os membros da família em sentido amplo devem uns aos outros ajuda e proteção. A prática particular desse dever é regulada por uma instituição da qual se encontram formas análogas em outros povos, por exemplo, entre os árabes, mas que, em Israel, toma uma forma particular, com um vocabulário especial. E a instituição do go 'el, palavra procedente de uma raiz que significa “resgatar, reivindicar”, e, mais fundamentalmente, “proteger”.
O go ’el é um redentor, um defensor, um protetor dos interesses do indiví¬duo e do grupo. Ele intervém em certo número de casos.
Se um israelita precisou se vender como escravo para pagar uma dívida, deverá ser resgatado por um de seus parentes próximos, Lv 25.47-49.

23 de julho de 2013

Gerard Van Groningen - O Sábado no Antigo Testamento: Tempo para o Senhor, Tempo de Alegria Nele (Parte II)


No presente artigo, damos prosseguimento à reflexão sobre o Sábado no Antigo Testamento iniciada no número anterior de Fides Reformata. Na primeira parte, vimos os seguintes pontos: o autor da carta aos Hebreus faz importantes afirmações sobre o repouso sabático oferecido por Deus ao seu povo (caps. 3-4). Esse repouso tem seu fundamento no próprio descanso usufruído por Deus ao término da sua criação, foi experimentado pelos primeiros seres humanos entre a criação e a queda e foi tipificado pela entrada dos israelitas na terra prometida. Jesus Cristo torna a realidade desse descanso acessível ao ser humano, mas o pleno descanso de Deus somente será desfrutado na consumação de todas as coisas. Embora toda a Escritura fale do descanso sabático de Deus, no presente estudo nos concentramos nos ensinos do Antigo Testamento acerca do assunto.

Profetbas da Bíblia


Gleason L. Archer - Esboço de Números

O título hebraico deste Livro é Bemidbãr (“no deserto de”),
tirado do primeiro versículo: “...falou o SENHOR a Moisés, no
deserto de Sinai..A LXX dá o nome Arithmoi, ou “Números”
por causa do destaque dado aos números de censo no Livro. Ape-
sar disto, o título hebraico é bem apropriado ao tema geral: Israel
sendo treinado por Deus no deserto. A narrativa histórica ocupa
mais espaço neste Livro do que no caso de Levítico ou Deutero-
nômio, e o período de anos que cobre é maior (quarenta anos
de disciplina) do que em outros Livros do Pentateuco (excluindo-
se Gênesis).

22 de julho de 2013

Riquezas


Eugene H. Merril - Uma teologia do Êxodo: O teste do concerto do Sinai

A natureza condicional do concerto oferecida pelo Senhor (Êx 19.4-6)
e aceita pelo povo (19.8) está evidente acima de qualquer dúvida pela forma
do próprio texto do concerto. Este documento, que consiste de Êxodo 20.1
a 23.33, tem sido identificado, por muitos anos, como um texto de tratado 
entre soberano e vassalo análogo aos instrumentos políticos particularmente
atestados por todo o antigo Oriente Próximo desde os tempos antigos acadia-
nos até aos neo-assírios.  Mais particularmente, a forma sinaítica assemelha-se
a documentos recuperados de Hatusa, capital do Novo Reino Hitita. Esses do-
cumentos regulamentavam os negócios entre os diversos grandes reis hititas e

Arqueólogos israelenses alegam ter encontrado palácio de Davi

Muita gente anda curiosa com a profusão de notícias sobre arqueologia bíblica que estão sendo publicadas nos últimos dias, mas é importante esclarecer que se trata apenas de uma feliz coincidência.

É que, sabe-se lá por quê, vários achados foram divulgados nos últimos dias, como a inscrição mais antiga de Jerusalém, a esfinge de 4.500 anos que estava em Israel, e o Tabernáculo de Siló.

19 de julho de 2013

Pobreza


Roland de Vaux - O tipo de família Israelita

Os etnógrafos distinguem diversos tipos de família. No fratriarcado, a autoridade é exercida pelo irmão mais velho e é transmitida, do mesmo modo que o patrimônio, de irmão para irmão. Foram reconhecidos indícios dessa forma social entre os hititas e hurritas, na Assíria e em Elam. Pensou-se encontrar vestígios dela no Antigo Testamento: a instituição do levirato, da qual se falará tratando do casamento , a iniciativa tomada pelos filhos de Jacó para vingar o ultraje feito à sua irmã Diná, Gn 34, o papel desempenhado por Labão no acordo de casamento de sua irmã Rebeca, Gn 24. Nenhum desses exem¬plos parece convincente. Contudo, é necessário reconhecer que, no caso do levirato e em alguns traços da história de Rebeca, pode haver influência de costumes assírios e hurritas, já que admite-se, pelo menos como hipótese, a existência entre os assírios e hurritas de um fratriarcado primitivo.

18 de julho de 2013

Calendário Hebreu


Gleason L. Archer - As Três Principais Festas do Ano Hebreu (Levítico 23)


A. A Páscoa (pesah) e a Festa dos Pães Asmos (massõt) (w. 4,5)
1. A Páscoa: na tarde do dia quatorze de Abibe (o primeiro
mês)
a. Propósito: comemorar a libertação de Israel do cati-
veiro no Egito.
b. Ritual: o cordeiro é morto, e seu sangue se asperge
com hissôpo nas ombreiras das portas, e depois o
ofertante e sua família comem o cordeiro assado (Dt
16:5,6 especifica que, depois de Deus ter escolhido
uma cidade santa, a Páscoa passaria a ser celebrada
ali somente).
c. Significado típico: a crucificação de Cristo (I Co 5:7). 

17 de julho de 2013

Pena de Morte - Como me posiciono apesar do que a Bíblia diz

Hermes C. Fernandes

Sempre que ocorre um crime hediondo com requintes de crueldade, ouve-se vozes em defesa da aplicação da pena capital. Eu mesmo, ao assistir à reportagem sobre o assassinato a sangue frio de uma criança de apenas cinco anos que suplicava pela vida mãe, deixei escapar dos lábios: Este bandido não merece viver.

Todavia, não é sensato posicionar-se sobre um tema tão complexo na hora da emoção. Como cristãos, devemos buscar abalizar nossas opiniões no espírito do Evangelho.

Mulheres Famosas do Antigo Testamento


Eugene H. Merril - Uma teologia do Êxodo: Êxodo 19.4-6 e o conserto da servidão

Não há dúvida de que Êxodo 19.4-6 é o texto mais teologicamente sig-
nificativo no livro do Êxodo, pois é a chave entre as promessas patriarcais de
filiação de Israel e o concerto sinaítico por meio do qual Israel se tornou a nação
serva do Senhor.  Abrange o evento do êxodo, que marcou a eleição de Israel, e
oferece ao povo eleito a oportunidade do papel privilegiado de mediação entre o
Deus soberano e todo o reino da criação. É importante que demos, aqui, aten-
ção a mais do que os detalhes habituais.

16 de julho de 2013

Templos em Jerusalém

Roland de Vaux - Os Recabitas

O que os profetas exaltavam como um ideal, mas que não procuraram nunca praticar, foi realizado por um grupo de extremistas, os recabitas.

Nós os conhecemos principalmente por Jeremias: para dar uma lição ao povo, o profeta convoca ao Templo os membros da família de Recabe e lhes oferece vinho. Eles se negam a beber alegando que seu antepassado Jonadabe, filho de Recabe, lhes havia dado esta ordem: “Nunca bebereis vinho, nem vós nem vossos filhos; não edificareis casas, não fareis sementeiras, não plantareis nem possuireis vinha alguma; mas habitareis em tendas todos os vossos dias, para que vivais muitos dias sobre a terra em que peregrinais (gerim).” Essa fidelidade duradoura às prescrições de seu antepassado é apresentada como exemplo aos judeus que não seguiam a palavra de lahvé, Jr 35.

Descoberta em Jerusalém inscrição mais antiga

Obviamente, não foi nada combinado, mas quinta-feira, 10 de julho de 2013, foi um dos dias mais férteis da história em descobertas ligadas à narrativa da Bíblia.

Logo cedo, foi divulgado o achado de uma esfinge de 4.500 anos de idade em Israel, lembrando ainda que 2013 está sendo um ano pródigo no terreno da arqueologia bíblica, já que pouco tempo atrás havia sido encontrado, também, o local onde esteve montado o Tabernáculo em Siló.

15 de julho de 2013

Proibições do Decálogo Ético

1 proibição do culto a qualquer outro deus fora lahweh, quer no sentido de que nenhum outro deus deve ser adorado em lugar cultual consagrado a lahweh, quer no sentido de que não deve haver aceitação de qualquer outro deus como tendo pretensão sobre israelitas (Ex 20,3; Dt 5,7; cf. Ex 22,20)

2. Proibição de fabricar imagens de deuses/Deus, seja para representar lahweh, se¬ja para representar qualquer outro deus, ou em ambos os sentidos (Ex 20,4; Dt 5,8; cf. Ex 20,23)

3. Proibição do emprego incorreto do nome de lahweh, quer no sentido de jura¬mentos feitos levianamente, desnecessariamente ou

Ritual do Templo


Gleason L. Archer - Os Princípios Subjacentes à Legislação Levítica

A Bíblia Hebraica dá ao Livro de Levítico o nome Wayyiqrã’
(“E Ele chamou”), a primeira palavra de 1:1. O título da LXX,
Leuitikon significa “Aquilo que é dos Levitas”, indicando assim o
tema central do Livro. A ênfase principal deste compêndio de re-
gulamentos sacerdotais é a santidade de Israel como nação sepa-
rada para o serviço e a glória de Deus. Trata especialmente da
apresentação certa de sacrifícios, e da conservação duma nítida
distinção entre aquilo que é puro e aquilo que é impuro.

Esboço de Levítico

I. A Lei dos Sacrifícios, 1:1 — 7:38.
A. O holocausto, 1:1-17.
B. As ofertas de manjares, 2:1-16.
C. Os sacrifícios pacíficos, 3:1-17.
D. O sacrifício pelos pecados por ignorância, 4:1 — 5:13.
E. O sacrifício pelo sacrilégio, 5:14 — 6:7.
F. O holocausto contínuo e as ofertas dos sacerdotes,

12 de julho de 2013

Instrumentos Musicais


Eugene H. Merril - O Êxodo como eleição da realeza

A escolha de Israel como povo-servo já estava implícita nas declarações do
concerto patriarcal (Gn 12.1-3; 15.13-21; 18.18; 22.18; 26.3,4; etc.), mas foi
somente com a libertação ocasionada pelo êxodo que a nação como tal entrou
em existência histórica. O êxodo é de extrema importância teológica como ato
de Deus que destaca um momento decisivo na história de Israel, um evento
que marca a transição de povo para nação. Mas transcende isso em significação,
pois, corretamente compreendido, o êxodo também é precisamente o evento
e o momento que coincide com a expressão histórica da eleição de Israel feita
por Deus. A escolha de Israel como povo especial do Senhor não aconteceu no

11 de julho de 2013

Tel Hazor - Descoberta excepcional

Um fragmento de uma esfinge de um rei egípcio, um dos construtores das pirâmides de Gizé, foi descoberto em escavações arqueológicas em Tel Hazor.

Esta é uma descoberta surpreendente em importância como esta de uma esfinge que só é conhecida no próprio Egito. É apenas um fragmento de escultura monumental majestoso descoberto em todo o Levante.

A descoberta também é evidência do glorioso e antigo poder egípcio nas terras do antigo Israel.

Os Babilônios

  




Roland de Vaux - O ideal nômade dos profetas

Apesar dessas sobrevivências, os textos mais antigos demonstram pouca estima pela vida nômade. A história de Caim, Gn 4.11-16, é uma condenação do nomadismo puro: Caim é expulso para o deserto como castigo do homicí¬dio de Abel, andará errante e fugitivo, marcado com um sinal, o wasm dos nômades do deserto. É evidente que Abel, que era pastor, Gn 4.2, tem todas as simpatias do narrador, mas o texto deixa claro que ele era pastor de gado miúdo, ou seja, considerava-se que levasse a mesma vida que os patriarcas hebreus, nos limites do verdadeiro deserto. Caim, antes de seu crime, era agri¬cultor, Gn 4.2. Assim, nessa história, o deserto aparece como o refúgio dos sedentários decaídos, dos fora-da-lei, como o era efetivamente antes da che¬gada das grandes tribos cameleiras, que criaram uma civilização do deserto, que teve sua grandeza mas que não foi conhecida pelos antepassados dos israelitas.

10 de julho de 2013

Os Assírios




Gleason L. Archer - O Significado Espiritual do Tabernáculo

Uma porção considerável do Livro do Êxodo (caps. 25-28, 30,
35-40) é dedicada ao plano do Tabernáculo, e aos vários artigos
que ali havia, segundo a descrição. Cada artigo possuía um signi-
ficado típico relacionado com a obra redentora do Senhor Jesus
Cristo. Começando com as partes exteriores, e procedendo até o
santuário interior, achamos os seguintes detalhes significantes:

1) As cortinas exteriores do pátio (hãsêr) cercavam um perímetro
de 50 côvados por 100. Este pátio foi feito para separar Israel como
santa possessão de Deus, conservando a nação separada dos gentios.

9 de julho de 2013

Augustus Nicodemus Lopes - Poligamia e Casamento Gay

Recentemente minha atenção foi despertada para este assunto por um ativista gay que veio aqui no blog Tempora-Mores questionar minha afirmação de que o padrão bíblico é o casamento heterossexual e monogâmico. “Como assim?” questionou o sábio e entendido ativista (que se declarou ex-evangélico), “no Antigo Testamento temos a poligamia como modelo de casamento usado por homens como Abraão, Davi e Salomão, e o silêncio cúmplice de Deus sobre suas mulheres e concubinas”. E soltou sua conclusão, que da mesma forma que Deus no passado alterou o padrão de casamento, da monogamia para a poligamia, podia também em nossos dias alterar o casamento heterossexual para homoafetivo. Então, tá.

Os Reis de Judá e Israel - Teologia Visual


Fonte: Voltemos ao Evangelho

8 de julho de 2013

Tabernáculo em Siló - Arqueólogos revelam ter encontrado vestígios

Um dos maiores símbolos de fé do Antigo Testamento, o Tabernáculo, espécie de “santuário portátil” que Moisés construiu segundo as orientações recebidas de Deus, sempre foi envolvido em mistério. Dentro dele, segundo o Livro de Êxodo, estaria a Arca da Aliança, que representaria a presença do próprio Deus andando com o povo.

Durante os 40 anos que os judeus peregrinaram pelo deserto antes de entrar na Terra Prometida, o Tabernáculo foi montado e desmontado em vários lugares. O Livro de Josué diz que ele ficou muito tempo na cidade de Siló, cidade que foi atacada e quase

A vida de Eliseu