30 de setembro de 2012

Calendário Hebreu

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29 de setembro de 2012

Mulheres Famosas do Antigo Testamento

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27 de setembro de 2012

Sítio Arqueológico - Tel Gezer


Tel Gezer ou Gezer é um sítio arqueológico biblico e um parque nacional em Israel, ele está localizado no conselho regional de Gezer, entre Latrun e Ramla, e foi identificado com a cidade Cananéia de Gezer. O Tel é yma das colinas mais importantes de Israel, junto com as ruínas de Hazor, Megido e Beersheba.
Sua história se estende pelos últimos 5000 anos, a partir do final do tempo Neolítico até os dias dos Crusaders. O local foi descoberto em 1871, e desde então se tornou palco de numerosas escavações arqueológicas. A cidade está em uma área chave e é importante para se conhecer o estilo de vida dos habitantes do antigo Israel. O acesso a colina da-se pelo Moshav Carmei Yosef, na estrada 44 , entre o Kibutz Nachshon e a cidade de Ramla.

26 de setembro de 2012

Geerhardus Vos - A revelação noaica e o desenvolvimento que conduz a ela


Dois elementos caracterizam a revelação desse período. Em primeiro lugar, sua significância reside não na esfera da redenção, mas na esfera do desenvolvimento natural da raça, apesar de ela ter, no fim, um papel importante no progresso subsequente da redenção. Em segundo lugar, a revelação aqui traz no seu todo um caráter negativo em vez de positivo. Ela se contenta em administrar um mínimo de graça. Esse mínimo não poderia ser evitado, seja na esfera da natureza ou da redenção. Na primeira esfera, sem pelo menos algum grau de intervenção divina, o resultado seria o colapso da própria estrutura do universo. Na segunda esfera, a continuidade do cumprimento da promessa teria sido quebrada, caso a graça tivesse sido completamente retirada. Esses dois elementos encontram sua explicação no propósito desse período em geral. Deus tinha a intenção de expor as consequências do pecado quando deixado, até onde fosse possível, por conta de si mesmo. Se Deus tivesse permitido que a graça fluísse livremente no mundo e ganhasse força num curto período, então a verdadeira natureza e as consequências do pecado teriam sido reveladas de maneira imperfeita. O homem atribuiria à sua relativa bondade aquilo que, na realidade, era um produto da graça de Deus, Portanto, antes que a obra de redenção avançasse, a tendência decadente do pecado é claramente ilustrada, a fim de que, subsequentemente, à luz desse

25 de setembro de 2012

Novos rumores sobre a localização da Arca da Aliança


Se comprovado, seria indiscutivelmente o maior achado arqueológico da história! A Arca da Aliança é um artefato que combina ciência, fé e história. A caixa de ouro feita por Moisés seguindo as instruções específicas de Deus carregava os Dez Mandamentos e servia como um ponto de encontro entre o homem e o seu Criador.

Ela foi utilizada pelos hebreus como parte do culto judaico no Templo de Salomão até seu desaparecimento, que acredita-se ter ocorrido durante a conquista de Jerusalém pela Babilônia, no século 6 antes de Cristo.
Segundo a tradição judaica, o profeta Jeremias foi a pessoa responsável por escondê-la. Desde então quase nada se sabe sobre seu paradeiro. A busca pela arca tornou-se “popular” desde a exibição do filme “Indiana Jones e os caçadores da arca perdida”, dirigido por Steven Spielberg em 1981.

Reservatório próximo ao Monte do Templo de Jerusalém é encontrado


Arqueólogos israelenses descobriram um tanque de água (cisterna) datado do período do Primeiro Templo de Jerusalém (1006-586 a. C.). O achado pode lançar uma nova luz sobre os usos e costumes da vida na cidade santa há cerca de 2.500 anos atrás.

Encontrado junto ao muro ocidental da praça onde estava o Templo, no chamado Arco de Robinson. O tanque recebia água do poço de Siloé, que ficava algumas centenas de metros além dos muros, explicam os especialistas.

“Está bastante claro agora que Jerusalém não só tinha sua fonte de água em Gion, mas tinha outros recursos para uso público”, afirmou em um comunicado o arqueólogo Eli Shukron, que lidera o projeto da Autoridade de Antiguidades de Israel. A descoberta mostrou que o abastecimento de água de Jerusalém, além de uma fonte de água natural, contava com grandes reservatórios artificiais do tipo agora descoberto.
A descoberta consiste em uma cavidade meticulosamente esculpida na rocha. A evidência da época é determinada pela forma e pelo tipo de reboco, típicos de reservatórios do período do Primeiro Templo descobertos em outros lugares de Israel. Pode-se ver as impressões digitais dos construtores impressas na parece, feitas quando eles terminaram o trabalho, como nos depósitos descobertos nos depósitos similares de Tel Be’er Sheva, Tel Arad e Bet Shemesh.

23 de setembro de 2012

Os Persas

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22 de setembro de 2012

Geerhardus Vos - O conteúdo da primeira revelação especial redentora


O termo “redenção” é usado aqui em antecipação. Ele não vai ocorrer até o período mosaico. Nós o empregamos aqui por motivo de conveniência. As características da aproximação salvífica de Deus e seu trato com o homem aparecem imediatamente. Tanto a justiça quanto a graça são dirigidas ao homem caído. A justiça é demonstrada no aspecto penal das três maldições pronunciadas; a graça para a humanidade aparece implícita na maldição sobre o tentador. Contudo, ela é claramente apresentada na maneira como Deus busca e interroga o homem depois da Queda. Em cada um de seus aspectos, percebe-se o sopro do espírito daquele que fez provisão para a demonstração final da graça. Nós podemos observar ainda, nesse ponto, como a revelação especial se relaciona à revelação geral. Os sentimentos de vergonha e medo foram produzidos no homem pela revelação geral. Deus traz isso no seu diálogo com o homem, que era a revelação especial.

Instrumentos musicais do Antigo Testamento

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21 de setembro de 2012

Os Livros da Bíblia Hebraica, do Antigo Testamento e da Bíblia Grega (LXX)

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Os Livros da Bíblia Hebraica, do Antigo Testamento e da Bíblia Grega (LXX)

20 de setembro de 2012

Geerhardus Vos - O conteúdo da revelação especial pré-redentora


Nós entendemos o título acima, como já explicado, como sendo a revelação dos princípios do processo probatório por meio do qual o homem seria elevado a um estado de religião e bondade mais alto, do que ele já possuía, em razão de sua imutabilidade. Tudo que está ligado a essa revelação é extremamente primitivo. Tudo é altamente simbólico, ou seja, expresso não tanto em palavras, mas em signos; e esses signos compartilham do caráter geral do simbolismo bíblico no fato de que, além de serem meios de instrução, eles também são prefigurações típicas (ou seja, sacramentais), comunicando segurança concernente à consumação futura das coisas simbolizadas. O simbolismo, contudo, não se apresenta no relato como uma forma literária, o que envolveria a negação da realidade histórica das transações. Ele é um simbolismo real incorporado nas coisas reais. A interpretação mitológica moderna pode, nesse ponto, nos prestar esse serviço, já que ela afirma que a intenção da mente daquele que elabora os mitos é a de relatar, neles, ocorrências reais.

19 de setembro de 2012

Amós - Questões Introdutórias


AUTORIA

Amós, cujo nome hebraico עָמוֹס (ʿāmôs) se relaciona com o verbo עָמַס (ʿāmas), que significa “carregar”, fornece a seus leitores informação substancial sobre si mesmo.

Ele residia em Tecoa, uma cidade localizada a oito quilômetros ao sul de Belém. Não fora treinado para ser profeta, nem pertencia à linhagem sacerdotal (7.14,15). Sua ocupação era a procriação de carneiros (a inusitada palavra hebraica נֹקֵד (nōqēḏ ) é usada para descrever sua atividade [1.1], em vez de רֹעֵה (rōʿēh), comumente usada para “pastor”; cf. a descrição de Messa, rei de Moabe, em 2 Rs 3.4.). Ele também plantava sicômoros, um tipo de figo silvestre (cf. 7.14), como ocupação alternativa.

18 de setembro de 2012

Geerhardus Vos - A Divisão da Revelação Especial Redentora "Berith" e "Diatheke"


Isso é o que na linguagem dogmática chamamos de “o pacto da graça”, enquanto que a revelação especial pré-redentora é comumente chamada de “o pacto de obras”. Deve-se tomar cuidado para não identificar o último com o “Antigo Testamento”. O Antigo Testamento pertence ao pós-Queda. Ele compõe a primeira das duas divisões do pacto da graça. O Antigo Testamento é aquele período do pacto da graça que precede a vinda do Messias; o Novo Testamento compreende aquele período do pacto da graça que segue da sua aparição e sob o qual nós ainda vivemos. Será observado que as expressões “Antigo Testamento” e “Novo Testamento”, “Antigo Pacto” e “Novo Pacto”, são usadas de modo intercambiável. Isso cria confusão e má compreensão. Por essa razão, bem como em detrimento do assunto por si mesmo, a origem e significado dessas expressões requerem atenção cuidadosa. A palavra hebraica para testamento é berith. A palavra grega é diatheke. Quanto a berith, essa palavra na Bíblia nunca significa “testamento”. De fato, a ideia de “testamento” era totalmente desconhecida dos antigos hebreus. Eles não sabiam nada sobre um “último desejo”. Disso, contudo, não se segue que a tradução “pacto” seria indicada em todos os textos em que berith ocorre. Berith pode ser

17 de setembro de 2012

Frase - Thomas Watson

"Muitos dão graças a Deus quando Ele dá;
Jó deu graças a Deus quando Ele lhe tirou." (Thomas Watson)


Fonte: Voltemos ao Evangelho

Frase - O que é o evangelho


Fonte: Voltemos ao Evangelho

Frase - Martinho Lutero

"Qualquer ensinamento que não se enquadre nas Escrituras deve ser rejeitado, 
mesmo que faça chover milagres todos os dias" (Lutero)


Fonte: Voltemos ao Evangelho

15 de setembro de 2012

Mapas do Antigo Testamento (Parte 6)

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Locais chave no livro de Amós

                                              Locais chave no livro de Cântico dos Cânticos

                                             Locais chave no livro de Daniel

Locais chave no livro de Eclesiastes

Locais chave no livro de Habacuque

Locais chave no livro de Isaías

Locais chave no livro de Jeremias

Locais chave no livro de Joel

Locais chave no livro de Jonas

Locais chave no livro de Miquéias

Locais chave no livro de Naum

Locais chave no livro de Obadias

Locais chave no livro de Oséias

Locais chave no livro de Sofonias

Elias e os Profetas de Baal

Locais chave no livro de Ezequiel



Fonte: Bíblia GLOW

Geerhardus Vos - O mapeamento do campo da revelação


No mapeamento do campo da revelação, a distinção principal a ser feita é aquela entre revelação geral e especial. A revelação geral é também chamada de revelação natural e a revelação especial é chamada de revelação sobrena¬tural. Esses nomes são auto explicativos. A revelação geral vem a todos em razão de que ela procede da natureza. A revelação especial vem a um círculo limitado, em razão de que ela surge do âmbito da sobrenaturalidade me¬diante uma autorrevelação de Deus. Parece melhor definir a relação entre as duas de forma separada (a) uma vez que essa relação existia antes de e fora do pecado, e (b) uma vez que essa relação existe de forma modificada sob o regime do pecado.

Primeiramente, então, consideramos a relação, excluindo-se o pecado. A natureza, da qual a revelação natural surge, consiste de duas fontes: a natureza interior e a natureza exterior.

13 de setembro de 2012

John Bright - As instituições da liga tribal


Em Israel primitivo, como em todas as sociedades, a religião encontrava sua expressão em certas instituições tangíveis.

Dentre elas, eram importantes o templo central da liga, o culto neste templo em ocasiões sagradas e, acima de tudo, a lei da aliança.

Embora não possamos fazer justiça a todos estes pontos, é essencial mencionar alguns deles.
a.  O templo central, — O ponto focal da liga israelita, através de sua história, foi o templo que abrigava a arca da aliança, o trono de Iahweh invisível. Originalmente, era um templo tabernáculo que, como a arca, fora construído no deserto. Indicam-no o fato de ser portátil e os numerosos paralelos, antigos e modernos[1]  . As fontes do Pentateuco referem-se ao templo do deserto como “o Tabernáculo do Encontro” (’õhel mô'êd) — isto é, onde Iahweh se encontrou com seu povo e manifestou-lhe sua vontade —, ou simplesmente como o “Tabernáculo” (mishkan), com ênfase na presença de Iahweh “acampado entre seu povo” [2] .

12 de setembro de 2012

Arco de Tito passa por restauração e pode revelar como eram os utensílios do Templo de Jerusalém


Um esforço para restaurar digitalmente porções de arco triunfal de Tito na antiga Roma é esperado para produzir uma das mais antigas representações conhecidas dos utensílios sagrados do templo de Jerusalém, em sua cores originais.

O Estado de Israel adotou representação do arco da Menorah do Templo, visto aqui no arco de Tito, como seu e006Dblema oficial do Estado de Israel no ano de 1949.

11 de setembro de 2012

30 Conselhos para Seminaristas e Teólogos iniciantes - John Frame (Conclusão)


16.Não deixe que o ciúme do sucesso de um colega determine as polêmicas nas quais você se envolve, ou o lado que você toma em tais polêmicas. Há muitos que são inclinados a ser completamente críticos de igrejas com mais de cinco mil membros.

17. Não se torne conhecido como um teólogo que atira para todos os lados tentando acertar outros teólogos ou cristãos. Nossos inimigos são: satanás, o mundo e a carne.

18. Mantenha-se vigilante com respeito aos seus instintos sexuais. Mantenha distância de qualquer pornografia na internet e relacionamentos ilícitos. Teólogos não são imunes a nenhum dos pecados nos quais outras pessoas caem.

Oséias: Questões Introdutórias

AUTORIA

O título do livro o atribui a Oséias, filho de Beeri (1.1). Apesar de a maioria dos comentaristas encarar Oséias como autor do cerne básico do livro, alguns também atribuem várias partes do livro a editores mais recentes.

As razões para esta abordagem “redacional” são: a) várias passagens em que Judá é mencionado, seja em material descritivo ou hortatório (ex.: 1.11; 4.15; 5.5; 6.11; 8.14; 11.12); e b) aplicações da teologia deuteronômica (cf. Os 4.14 e Dt 23.17; Os 5.10 e Dt 19.14; Os 8.1 e Dt 28.48), especialmente as implicações de bênção/maldição da aliança.

Nenhuma das duas características exige uma composição multissecular do livro. Oséias certamente estendeu seu ministério a Judá, que enfrentava os mesmos problemas; a própria menção dos reis judaicos no título sugere que sua audiência (ou pelo menos seus leitores) era mais ampla do que o Reino do Norte. Referências a Deuteronômio só são problema para aqueles que encaram Deuteronômio como um livro do fim do século 6, produzido para promover a reforma religiosa durante o reinado de Josias.
Mesmo que alguém prove a presença de aplicações editoriais mais recentes a Judá, não há razão por que essas não tenham sido feitas pelo próprio profeta. Veja Data na página seguinte para uma explanação das datas-limite do livro.

Apesar de pouco ser conhecido a respeito do profeta, seus escritos revelam um homem em sintonia com o presente estado de sua nação. (cf. seu conhecimento da prostituição cultual masculina em Israel [4.13], como também suas referências à violência indiscriminada [4.26; 6.9; 12.1], à intriga internacional [7.11; 8.9] e injustiça social [12.7]). Apesar de sua severa mensagem de julgamento, Oséias parece uma pessoa terna, indubitavelmente guiada por compaixão pelo seu povo em virtude da dor que seu relacionamento conjugal produzira.

Oséias partilha do acume político de Isaías e do profundo sentimento de Jeremias. A. Weiser sugere que as habilidades literárias de Oséias, evidentes em suas inúmeras figuras de linguagem, indicam que ele pertencia à nata da sociedade israelita (The Old Testament: Its Formation and Development [O Antigo Testamento: sua formação e desenvolvimento], p. 233).

DATA

Apesar de não haver muito debate sobre o livro ser datado do século 8 a.C., quase não há consenso sobre quando o ministério de Oséias começou ou terminou.

O título coloca o livro dentro de um referencial cronológico da Judéia. Será que os quatro reis da Judéia indicam as datas-limite do ministério de Oséias? Se assim for, ele teria sobrevivido ao Reino do Norte por 35 anos. No entanto, é pouco provável que seu ministério tenha se estendido muito além do início do reinado de Ezequias.

Antes que se determine a data do final do ministério de Oséias (seu terminus ad quem), é necessário que se determine quão cedo ele começou (seu terminus a quo).

A presença solitária de Jeroboão II entre os reis do Norte, tanto ajuda quanto traz problemas. A expressão “daqui a pouco” (1.4) sugere que o tempo entre o casamento de Oséias e o fim da dinastia de Jeú não poderia ser muito longo.

Além disso, indicações de prosperidade generalizada (cf. 4.11 - “o vinho e o mosto”; 5.6 – “rebanhos e manadas”; 8.4 – “prata e ouro”), que se adequariam à época de Jeroboão, são contrabalançadas por menções de rebeliões populares que caracterizaram o último quarto de século da história de Israel (cf. 7.7 – “devoram seus juízes, todos os seus reis caem”; 7.9 – “Estrangeiros lhe devoram a força”; 8.4 – “Eles fizeram reis, mas não por mim”). H. W. Wolff sugere que Oséias foi contemporâneo de Jeroboão por mais de seis anos (Hosea, Hermeneia, p. xxi).

A ausência dos sucessores de Jeroboão no título, por outro lado, levanta a questão do ministério de Oséias ter se estendido além do reinado de Jeroboão.

Parece a este autor que tal ausência é um modo sutil de indicar a ilegitimidade da monarquia do Norte, que Oséias denunciaria abertamente mais tarde (cf. 7.3-7; 8.4a; 10.3,4; 13.10,11). Se Oséias 7.3-7 fosse visto como um comentário velado sobre o assassinato de Zacarias por Salum, a maldição profética pelo “sangue de Jezreel” (1.4; cf. 2 Rs 10.30; 15.9,10) deveria ter seguido seu curso e, do ponto de vista profético, a monarquia do Norte teria chegado a seu fim. No entanto, a ausência dos últimos seis reis de Israel do título não apresenta problema quanto ao terminus ad quem do ministério de Oséias.

Além disso, sua menção de Ezequias e avisos contra a tendência de buscar refúgio militar e político no Egito (cf. 7.11,16; 8.13; 12.1) caberiam bem no período de Acaz e Ezequias, quando partidos pro-Assíria e pro-Egito, em Jerusalém, atraíram o fogo profético de Isaías (cf. Is 30.2,3; 31.1. Cf. também Os 11.12).
Dicas textuais também sugerem tais datas-limite para o livro. Oséias 9.11-17, por exemplo, diz que os filhos da próxima geração seriam mortos ou exilados (v. 12, 16b); a vitalidade da nação seria exaurida (v. 16a), e o exílio aproximado (v. 17). Além disso, o contexto do capítulo 14 (especificamente a nota sobre o arrependimento nacional no versículo 3) e uma troca de papéis desempenhados por Yahweh junto à nação (daquele que fere para aquele que cura, 14.4,5), sugere que o castigo já havia alcançado seu objetivo para aquela geração.

As datas-limite de Oséias, portanto, seriam: terminus a quo durante a última década (763-753 a.C.) do reino de Jeroboão; terminus ad quem nos anos imediatamente subseqüentes à queda de Samaria, quando Oséias poderia ter se juntado a israelitas tementes a Deus que migraram para o Sul em resposta aos esforços de reavivamento de Ezequias (cf. 2 Cr 30.6-11). Oséias poderia, portanto, ter “aplicado” porções específicas de sua profecia para Judá. Para detalhes quanto ao contexto histórico e cronologia do livro de Oséias, ver Carlos Osvaldo Cardoso Pinto, “O Contexto Histórico de Oséias”, Vox Scripturae 6:1 (Março 1996):15-32..

ARGUMENTO BÁSICO

Ao olhar atentamente, percebe-se que a profecia de Oséias delineia os estágios finais da vida em Israel, à medida que as maldições da aliança profetizadas em Deuteronômio 28.15-68 gradualmente surtiam efeito.
Desde que sua profecia está intimamente relacionada a Deuteronômio, Oséias menciona não apenas julgamentos devastadores, mas o efeito final do intenso amor de Yahweh por sua esposa/povo, ou seja, a restauração de Israel a uma posição de bênção.

O livro expressa sua dupla manifestação de amor exclusivista em cinco ciclos de julgamento e livramento ou salvação:

Ciclo Julgamento Salvação
1 1.2-9 1.10–2.1
2 2.2-13 2.14–3.5
3 4.1–5.14 5.15–6.3
4 6.4–11.7 11.8-11
5 12.12–13.16 14.1-9

Nesses cinco ciclos, é possível discernir um quadro cronológico. A passagem de 4.1–5.7 deve refletir o período antes da guerra siro-efraimita, já que a possibilidade de cooperação e adoração conjunta entre Israel e Judá ainda existia (4.15). Um período de sobreaviso militar pode ser detectado em 5.8–8.14 (cf. 5.8-10, em que Judá não é mais amistoso; 8.1, em que a Assíria está prestes a cair sobre Israel), e isso pode corresponder aos primeiros anos de Peca como único regente e à campanha siro-efraimita que se seguiu.

Segue-se, portanto, a enganadora bonança antes da tempestade, quando Oséias, rei de Israel, assumiu o controle e se submeteu à Assíria. Oséias 9.1-9 parece retratar este momento de alívio nacional e esperança ilusória, quando tropas estrangeiras se foram, e o desastre predito por Oséias poderia ser descartado como tolice (9.7). Os capítulos finais nos permitem ver nuvens ameaçadoras chegando e finalmente desabando em chuvas torrenciais que desolam a nação (9.10–13.16).

O CASAMENTO DE OSÉIAS

Uma compreensão correta da mensagem de Oséias exige uma definição clara da natureza de seu casamento com Gomer. Em virtude do caráter ilustrativo do nome dos filhos, alguns afirmam que o casamento de Oséias foi mera alegoria, uma história engenhosamente arquitetada para ilustrar o amor de Deus. Os defensores dessa posição tendem a considerar o capítulo 3 como um relato paralelo ao capítulo 1 (cf. B. S. Childs, Introduction to the Old Testament as Scripture [Introdução ao Antigo Testamento como Escritura], p. 378).

Essa abordagem desrespeita a própria mensagem do livro, que exige restauração após julgamento pelo pecado. Além disso, nenhum significado correspondente é encontrado para o nome Gomer, nenhum propósito é encontrado para o desmame das crianças, e nenhuma razão é encontrada para a ordem dos nascimentos.

A objeção clássica é de que Deus nunca ordenaria que Seu profeta se casasse com uma prostituta. No entanto, essa objeção é insustentável, pois Gomer nunca é assim denominada. A expressão “mulher adúltera” (1.2; NVI) não indica prostituição, nem sugere prostituição cultual, sendo antes uma indicação da natureza de Gomer e do potencial para adultério, já que ela fora exposta ao culto idólatra de Israel (cf. a acusação de Oséias sobre tais práticas 4.14).

DESENVOLVIMENTO DA MENSAGEM

O livro começa com um ato público simbólico no qual Yahweh ilustra a infidelidade de Israel a Sua aliança e as graves conseqüências de tal violação. Oséias se casa com uma mulher cuja fidelidade conjugal é logo questionada. Seus sentimentos de amor e rejeição se tornam símbolo da reação de Yahweh à infidelidade de Israel. Os nomes dos filhos de Oséias refletem a deterioração da situação de Israel diante de Deus. A nação é desprovida não apenas de seus privilégios, mas também de tudo que ela colocara no lugar de Deus − idolatria espiritual, intrigas políticas e prosperidade material.

O capítulo 3 ilustra a divina restauração final de Israel após longo período de privação. Antes que tal restauração surta efeito, Israel ficará sem seu sistema original de adoração, sem rei, e sem a mancha da idolatria.

A partir do capítulo 4, não se encontram mais atos simbólicos. A maior parte do material se constitui de discurso profético, envolvendo os mesmos dois segmentos básicos, julgamento pelo pecado e livramento final.

Nos capítulos 4.1–6.3, a culpa de Israel é definida (4.1) e expandida, enquanto diferentes classes são denunciadas por suas transgressões. O arrependimento e devoção de Israel são apresentados como temporários e superficiais (5.15–6.11).

Os ciclos de culpa e punição continuam em 6.4–11.11. Enquanto a nação se afunda em idolatria, o caos social e a instabilidade política se espalham (8.1-14). O alívio aparente ocasionado pela trégua temporária com a Assíria não deveria ser razão para regozijo, pois a destruição final é certa conforme as maldições da aliança (fome, penúria e exílio; cf. 9.10-17). Privilégios desprezados trazem severas punições pelas mãos da Assíria (11.8). Mesmo assim, em meio a esse cenário sombrio, a luz do amor leal de Yahweh brilha em um quadro de terna restauração (11.9-11).

As ameaças de castigo continuam enquanto a natureza enganadora da nação é rastreada até seu antecessor, o patriarca Jacó (12.3,4, 12-14), e desenvolvida em seus aspectos social e religioso (12 e 13). Ao término da acusação, o veredicto de Deus sobre Samaria é lido e sua sentença anunciada (13.16).
Mesmo assim, enquanto o último golpe é desfechado, o amor restaurador de Deus chama Israel ao arrependimento (14.1). Apesar de certamente aplicável (embora aparentemente impossível) à própria geração de Oséias, o arrependimento é apresentado a um remanescente como a condição necessária para a restauração. A única esperança para Israel é abandonar o culto a Baal e voltar-se para Yahweh, seu amoroso marido/Deus (14.4-9).


ESBOÇO SINTÉTICO

Mensagem

O amor leal de Yahweh por Israel, Seu povo da aliança, garante sua sobrevivência e futura restauração apesar dos julgamentos devastadores exigidos por sua infidelidade espiritual.
TÍTULO:

Oséias ministrou em uma época de transição entre prosperidade ímpar e absoluto caos social em Israel (1.1).
 I. O casamento de Oséias ilustra o relacionamento entre Deus e Israel em seu sofrimento pela infidelidade, e as exigências e alegria da restauração (1.2–3.5).
 A. A família de Oséias ilustra a natureza dolorosa do relacionamento entre Deus e Seu povo infiel, e a maravilhosa restauração futura de Israel (1.2–2.1).
 1. O envolvimento de Gomer com a imoralidade ilustra a propensão de Israel ao adultério espiritual desde sua história pregressa (1.2,3a).
 2. Os nomes dados por Yahweh aos filhos de Oséias ressaltam a rejeição divina de Israel devido a seu adultério espiritual (1.3b-9).
 • O nome de Jezreel aponta a iminente rejeição da dinastia de Jeú pelo massacre indiscriminado associado ao seu golpe de estado (1.3b-5).
 • O nome de Lo-Ruama aponta para o fim do “adiamento da execução” concedido por Deus a Israel, enquanto estende misericórdia e livramento sobrenatural a Judá (1.6,7).
 • O nome de Lo-Ami aponta para o término dos privilégios de Israel como povo da aliança com Deus (1.8,9).
 3. A restauração prometida a Israel é garantida e prenunciada na troca dos nomes dos filhos de Oséias (1.10–2.1).
 • Israel será novamente uma nação numerosa, reconhecida como povo de Deus (1.10).
 • Jezreel será um lugar de bênção, quando Israel e Judá forem reunidos sob um único líder (1.11).
 • O julgamento ilustrado pelos nomes dos filhos de Oséias será revertido (2.1).
 B. A futura restauração de Israel como esposa/povo de Yahweh só virá por meio de severa punição (2.2-23).
 1. A denúncia contra Israel é de devassidão despudorada que certamente trará o castigo de Yahweh sobre a nação (2.1-5).
 • O adultério de Israel rompe o relacionamento de marido-esposa com Yahweh (2.2a).
 • Israel é confrontado com a exigência divina de abandonar seu adultério se quiser escapar da prometida punição (2.2b-4).
 • O pecado de Israel é descrito como busca de outros amantes/deuses que, supostamente, teriam provido seus bens materiais (2.5).
 2. A disciplina de Israel busca restaurar seu relacionamento com seu marido/Deus ao privá-la de seus amantes/ídolos, interrompendo suas bênçãos materiais e envergonhando-a publicamente por meio da absoluta frustração de sua esperança nos ídolos (2.6-13).
 • A disciplina de Israel visando restaurar seu relacionamento com seu marido/Deus envolve a privação dos seus amantes/ídolos (2.6,7).
 • A disciplina de Israel visando restaurar seu relacionamento com seu marido/Deus envolve a perda dos seus bens materiais (2.9).
 • A disciplina de Israel visando restaurar seu relacionamento com seu marido/Deus envolve a vergonha pública de ver absolutamente frustrada sua esperança nos ídolos (2.10-13).
 3. A restauração divina sucede à punição de Deus, com o retorno das bênçãos pactuais (2.14-23).
 • A determinação de Deus é reconquistar a devoção de Israel a fim de restaurá-la (2.4-15).
 • A promessa de Deus é de curar para sempre a nação de sua doença espiritual – idolatria – e derramar bênçãos materiais sobre Sua noiva restaurada (2.16-20).
 • O compromisso de Deus em restaurar Israel inclui a fertilidade da terra e a residência permanente de seu povo ali sob o amor compassivo de Yahweh (2.21-23).
 C. A reconciliação de Oséias com sua esposa adúltera e marginalizada retrata a reunião prometida entre Yahweh e Israel (3.1-5).
 1. A recuperação da esposa marginalizada feita por Oséias é ordenada como ilustração do obstinado amor não correspondido de Yahweh (3.1,2).
 2. A marginalização de Gomer retrata o tempo de disciplina para Israel fora das bênçãos pactuais até seu arrependimento e restauração final (3.3-5).
 II. O amor pactual de Yahweh exige julgamento contra a quebra da aliança antes que a restauração nacional seja efetuada (4.1–14.9).
 A. Israel é acusada por sua grave e freqüente quebra da aliança (4.1–7.16).
 1. A acusação fundamental de Yahweh contra Israel é sua falta de amor pactual, expressada por meio da injustiça e idolatria (4.1-19).
 • A causa do sofrimento de Israel é sua quebra da aliança (4.1-3).
 • Os líderes religiosos partilham dos mesmos pecados do povo por sua rejeição ao conhecimento de Deus (4.4-10).
 – A culpa dos líderes religiosos afeta o passado, presente e futuro da nação (4.4-6).
 – A idolatria multiplicada causa a subtração das bênçãos que ela supostamente traria (4.7-10).
 • A idolatria e sua irmã, a libertinagem, dilaceram o tecido da sociedade e provocam julgamento, a respeito do qual Judá é avisado (4.11-19).
 – O espírito devasso de Israel leva à libertinagem e destrói o alicerce da sociedade, a pureza conjugal (4.11-14).
 – O espírito obstinadamente idólatra de Israel provoca julgamento a respeito do qual Judá é avisado (4.15-19).
 2. A culpa de Israel é composta de um espírito impenitente que não permite à nação abandonar sua rebeldia e voltar-se para Deus (5.1-14).
 • Toda a nação é confrontada com sua rebeldia e com o completo conhecimento de suas fraquezas, conforme exercido por Yahweh (5.1-3).
 • O espírito obstinado de prostituição espiritual demonstrado por Israel sob o disfarce de religião provoca seu próprio castigo (5.4-7).
 • A insegura Judá segue os passos da impenitente Israel, à busca de ajuda de homens, rejeitando abertamente a ajuda de Yahweh, que a castiga (5.8-14).
 – O julgamento sobre Judá seguirá nos calcanhares do juízo de Efraim (5.8,9).
 – Judá e seus líderes seguem o mesmo caminho e terão o mesmo destino de Israel (5.10-12).
 – Israel e Judá buscam ajuda da Assíria que não pode ajudar nem evitar o castigo divino (5.13,14).
 3. As oportunidades de arrependimento para Israel nada produzem senão uma devoção superficial que não leva a justiça de Deus à sério (5.15–6.3).
 • Israel será abandonada por Yahweh até o momento de seu arrependimento (5.15).
 • A reação de Israel às ameaças de Yahweh é de arrependimento superficial e precipitado. (6.1-3).
 4. O castigo é o destino certo, pois a rebeldia de Israel não permite que as tentativas divinas de restauração se concretizem (6.4–7.16).
 • Israel rejeita as muitas tentativas de Yahweh para corrigi-la e reconciliar-Se com ela (6.4-11).
 – O amor de Israel é efêmero (6.4).
 – Os sacerdotes de Israel arruínam a nação ao encorajar meras atividades religiosas em lugar da obediência pactual exigida pelos profetas (6.5-9).
 – Tanto Israel quanto Judá partilharão da colheita do castigo divino por sua promiscuidade espiritual antes que venha a sua restauração (6.10,11).
 • A liderança de Israel, em sua descarada corrupção, não se importa com Deus e Seus caminhos (7.1-7).
 – O desejo divino pela restauração de Israel é abortado pela depravação nacional (7.1,2).
 – O rei e os príncipes de Israel se deleitam em planejar e promover o mal em um padrão autodestrutivo (7.3-7).
 • A instável e destrutiva política internacional de Israel é resultado de sua rebeldia contra a amorosa instrução divina (7.8-16).
 – A condição desesperadora de Israel é produto de sua corrupção por meio do relacionamento com as nações estrangeiras e seu absoluto desdém para com o Senhor (7.8-10).
 – A busca insana de Israel por segurança em alianças estrangeiras certamente provocará sua própria destruição (7.11-13a).
 – Os aliados de Israel zombarão de sua destruição trágica, como resultado de ter rejeitado a instrução de Yahweh em favor de uma falsa religião (7.13b-16).
 B. O julgamento corretivo de Yahweh contra Israel é iminente e inevitável apesar do alívio histórico momentâneo e de Suas promessas de restauração futura (8.1–11.11).
 1. O julgamento de Israel virá rapidamente por sua rebelião e idolatria (8.1-6).
 • O julgamento cairá como uma ave de rapina sobre Israel devido a sua rebelião (8.1).
 • O clamor de Israel alegando o conhecimento de Deus não a livrará de seu castigo (8.2,3).
 • A ira de Yahweh contra Israel resulta de sua política caótica e religião idólatra, que serão ambas destruídas (8.4-6).
 2. O desaparecimento de Israel de entre as nações resultará de sua ilusória confiança em política e religião pervertida (8.7-14).
 • Israel colherá a tempestade da alienação política dos ventos de intriga que ela própria semeou (8.7-10).
 • Israel com sua religião, em lugar das verdadeiras leis e adoração de Yahweh, provocará novo cativeiro (8.11-13).
 • Israel com seu aparato defensivo não evitará a destruição determinada por Yahweh (8.14).
 3. O alívio histórico momentâneo não mudará o destino final de esterilidade e exílio para a nação que despreza os avisos presentes e se acomoda à impiedade passada (9.1-17).
 • O exílio é a realidade certa para a nação que despreza os avisos presentes e rejeita o mensageiro de Yahweh como se fosse um maníaco (9.1-9).
 – A alegria de Israel diante do alívio temporário logo será transformada em fome e exílio por causa de seu culto corrupto e idólatra (9.1-6).
 – A rejeição de Israel pela verdade dada por Deus aprofunda sua depravação e torna inevitável o castigo (9.7-9).
 • Esterilidade e rejeição serão a sina da nação que se acomoda à impiedade passada (9.10-17).
 – Israel perdeu seus atrativos devido a sua idolatria, e Yahweh a julgará com a esterilidade (9.10-14).
 – Israel perdera sua lealdade em Gilgal, e a maldade promovida por seus príncipes resultará em exílio (9.15-17).
 4. O destino de destruição para Israel se deve à sua deslealdade e obstinação em apoiar-se em sua ilusória auto-suficiência (10.1-15).
 • O destino de destruição para Israel se deve a sua deslealdade (10.1-8).
 – A prosperidade promove independência e idolatria (10.1,2).
 – A deslealdade dos reis e do povo na religião e na política provocará exílio para o povo e destruição para seus ídolos e templos (10.3-8).
 • O destino de destruição para Israel se deve a sua obstinação em apoiar-se em sua ilusória auto-suficiência (10.9-15).
 – Os pecados morais e religiosos de Israel em Gibeá perseguem a nação e provocarão o julgamento divino (10.8-10).
 – A ternura será substituída por violência na maneira como Deus lidará com a obstinação de Israel (10.11).
 – Israel é confrontado com seu desprezo pela oportunidade de arrependimento e o efeito inevitável da sua auto-suficiência (10.12-15).
 5. O propósito final de Israel é a restauração amorosa após a merecida punição estar completa (11.1-11).
 • O cuidado terno de Yahweh para com Israel foi consistentemente rejeitado em favor de idolatria grosseira (11.1-4).
 • Destruição e exílio são resultados certos da rebeldia crônica (11.5-7).
 • O amor pactual obstinado de Yahweh restaurará Israel após seu cativeiro (11.8-11).
 C. As falhas históricas de Israel proporcionam um comentário vergonhoso sobre sua situação presente e uma poderosa motivação para arrependimento à luz das promessas divinas de restauração (11.12–14.9).
 1. As falhas históricas de Israel proporcionam um comentário vergonhoso sobre sua situação presente (11.12–13.16).
 • A acusação final contra Israel é sua deslealdade contra Yahweh (11.12–12.2).
 • O caráter enganador de Jacó frutifica na história de Israel e traz julgamento a essa nação auto-suficiente (12.3-14).
 – O estilo de vida auto-suficiente de Jacó se manifesta no modo como ela tenta manipular o homem de Deus (12.3-5).
 – A exortação de Yahweh para a nação que imita seu antepassado é que se arrependa e passe a confiar Nele (12.5,6).
 – A resposta de Efraim ao apelo divino é reafirmar sua auto-suficiência pecaminosa (12.7,8).
 – A recusa histórica de Israel em submeter-se a direção divina lhe causa nova peregrinação no exílio (12.9-14).
 • O julgamento de Israel é irrevogável por sua rebeldia contra um Deus amoroso que não desiste dela (13.1-16).
 – O julgamento é irrevogável devido à idolatria grosseira de Israel (13.1-3).
 – O julgamento é irrevogável devido à ingratidão de Israel (13.4-8).
 – O julgamento é irrevogável devido à independência de Israel (13.9-13).
 – A recusa de Yahweh em entregar Israel à extinção não evitará esses castigos severos (13.14-16).
 2. As falhas históricas de Israel proporcionam poderosa motivação para arrependimento à luz das promessas divinas de restauração (14.1-9).
 • Israel deve arrepender-se da dependência na idolatria e intriga internacional e voltar-se para Yahweh (14.1-3).
 • A promessa de Yahweh consiste de restauração espiritual e material das bênçãos pactuais (14.4-7).
 • O apelo divino final a Israel é para que ela reconheça a singularidade de Yahweh e Seu relacionamento revitalizante para com a nação que obedece à Sua revelação (14.8,9).

Fonte: PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamento. São Paulo : Hagnos, 2008.

10 de setembro de 2012

Norman Geisler - Os principais manuscritos do Antigo Testamento


Os escritos clássicos da Grécia e de Roma ilustram de modo extraordinário o caráter da preservação dos manuscritos bíblicos. Em contraposição ao número total de mais de 5 mil manuscritos, do Novo Testamento conhecidos hoje, outros livros históricos e religiosos do mundo antigo praticamente desaparecem. Só 643 exemplares da Ilíada de Homero sobreviveram em forma de manuscrito. Da História de Roma, de Tito Lívio, restaram apenas 20 exemplares, e a obra Guerras gálicas, de César, só se conhece mediante 9 ou 10 manuscritos. Da obra de Tucídides, Guerra do Peloponeso, dispomos em apenas 8 manuscritos; as Obras de Tácito só podem ser encontradas em 2 manuscritos. Uma pesquisa das evidências em manuscritos do Antigo Testamento, embora não sejam tão numerosas como as do Novo, revela a natureza e a comprovação documentária dos textos originais da Bíblia hebraica.

7 de setembro de 2012

Bruce Waltke - Como podemos ler as histórias do Antigo Testamento


Bruce K. Waltke (ThM, PhD) é reconhecido como um dos mais notáveis eruditos contemporâneos do Antigo Testamento. Ensina AT no Reformed Theological Seminary, na Flórida, e é Professor Emérito de Estudos Bíblicos do Regent College, em Vancouver.


6 de setembro de 2012

O Calendário Judaico

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O Calendário Judaico


O Texto Bíblico e as Versões Antigas

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O Texto Bíblico e as Versões Antigas

5 de setembro de 2012

William Lane Craig - Uma Perspectiva Cristã Sobre a Homossexualidade


William Lane Craig

Neste artigo ele desenvolve uma perspectiva cristã sobre a delicada, e contemporânea, questão da homossexualidade. Originalmente publicado como: "A Christian Perspective on Homosexuality". Texto disponível na íntegra em: http://www.reasonablefaith.org/a-christian-perspective-on-homosexuality.

Uma das questões mais difíceis e importantes que a igreja enfrenta hoje é a questão da homossexualidade como um estilo de vida alternativo. A igreja não pode se esquivar dessa questão. Eventos como o assassinato brutal de Matthew Shepherd, o estudante homossexual, no Wyoming, ou a recente torrente de escândalos envol­vendo sacerdotes pedófilos, que têm sacudido a Igreja Católica, são sufi­cientes para trazer essa questão para o centro dos debates atuais.

4 de setembro de 2012

John Bright - A Liga Tribal


Quando encontramos pela primeira vez Israel na Palestina, encontramo-lo organizado como uma confederação de doze clãs. Embora todos estes clãs se proclamassem descendentes do antepassado Jacó (Israel), o sistema não era uma simples descrição de realidades genealógicas, mas um aspecto da religião de aliança de Israel, em verdade a expressão externa desta religião. 

Sendo assim, e tendo o sistema sido mantido por uns duzentos anos, fornecendo a estrutura dentro da qual as tradições de Israel e suas constituições características adquiriram forma normativa, é importante que tenhamos algum conhecimento de sua natureza.

a. As doze tribos de Israel. — O esquema clássico das tribos é dado na história (Gn 29,16 a 30,24;35,16-20) do nascimento dos doze filhos de Jacó: seis deles (Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zabulon) com sua mulher Lia; dois (Gad e Aser) com Zelfa, serva de Lia; deis (José e Benjamim) com Raquel, sua segunda mulher; e mais dois (Dan e Neftali) com Bala, serva de Raquel.

3 de setembro de 2012

Lista comparativa dos livros do Antigo Testamento

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Lista comparativa dos livros do Antigo Testamento

30 Conselhos para Seminaristas e Teólogos iniciantes - John Frame (Parte 1)


Esses conselhos foram publicados em Inglês no livro Falando a verdade em amor: a teologia de John Frame, após uma entrevista que ele deu a P. Andrew Sandlin. A pergunta feita a John Frame foi a seguinte: “Quais conselhos você daria a um seminarista ou teólogo iniciante enquanto eles se preparam para enfrentar seus desafios?”. A resposta foi 30 excelentes conselhos que todo crente deveria escrever nas tábuas do coração, os quais postaremos em duas partes; assim, você poderá meditar em cada ponto por mais tempo.

1. Considere a possibilidade de você não ter sido chamado para ser um teólogo. Tiago 3:1 nos lembra de que nem todos os que estão estudando teologia deveriam procurar ser mestres.

2 de setembro de 2012

Construções do Rei Salomão

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Construções do Rei Salomão

1 de setembro de 2012

Calendário Judaico

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Calendário Judaico