31 de julho de 2012

Gleason L. Archer - Os Manuscritos Hebraicos e as Versões Antigas (Conclusão)


(Parte 1) (Conclusão)

C.  AS EDIÇÕES ANTIGAS IMPRESSAS DA BÍBLIA HEBRAICA MAIS IMPORTANTES

1. A Edição Bolonha do Saltério, 1477 d.C.

2. A Edição Soncino do Antigo Testamento (com os pontos vocálicos), 1488.

3. A segunda Edição Bomberg do Antigo Testamento (texto de Jacob ben Hayyim, com Massora e notas rabínicas, patrocinado por Daniel Bomberg), 1525-6. Esta edição era a base de todas as edições modernas até 1929.

Versões Antigas do Antigo Testamento

A.  AS VERSÕES GREGAS

30 de julho de 2012

Gleason L. Archer - Os Manuscritos Hebraicos e as Versões Antigas (Parte 1)


(Parte 1) (Conclusão)
Já não temos acesso aos originais infalíveis dos vários livros das Escrituras hebraicas. As cópias mais antigas que vieram até nós, em certos casos, não chegam dentro de mil anos da data na qual foram originalmente compostas. Não obstante, constituem nossa autoridade primária nos dias atuais, como sendo a inspirada Palavra de Deus, e todas as nossas cópias e traduções das Sagradas Escrituras dependem necessariamente dos manuscritos dos originais hebraicos e aramaicos os mais antigos e melhores que temos disponíveis. Precisamos, pois, passar em revista a evidência escrita na qual se baseiam nossas edições modernas impressas da Bíblia hebraica, para termos alguma idéia do grande e variado corpo de evidências com o qual lida a crítica textual do Antigo Testamento.

Os manuscritos hebraicos têm prioridade na escala de valores, é claro, sendo que a revelação divina chegou originalmente a Israel na língua hebraica, e há muito menos probabilidade de corrupção ao copiar manuscritos dentro da mesma língua, do que quando se trata de uma tradução para uma outra língua. Nos casos de ter havido erros de cópia nos manuscritos copiados

29 de julho de 2012

Davi, suas esposas e concubinas

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Mapas do Antigo Testamento (Parte 3)

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A Torre de Babel

Balaque convoca Balaão

Doze espiões - exploração da Terra Prometida

 Israelitas vagueando por 38 anos

José é levado para o Egito

Locais chaves do livro de Êxodo

Locais chave no livro de Jó

Locais chave no livro de Levítico

Locais chave no livro de Números

Locais chave no livro de Deuteronômio

Moisés foge para Midiã

Moisés volta para o Egito

O Êxodo

Os irmãos de José vão ao Egito

Fonte: Bíblia Glow

27 de julho de 2012

As Alianças do Antigo Testamento

Por Filipe Dunaway

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Gleason L. Archer - A Inspiração do Antigo Testamento (Conclusão)



 (Parte 1) (Conclusão)
Obs. De muita relevância é refletirmos sobre as considerações e os perigos adotados pelo ponto de vista "Sub-Bíblicos de Inspiração", aja em vista a situação de muito seminários teológicos brasileiros.

O Doutrina da Inspiração Afirmada pelas próprias Escrituras


Reivindica a Bíblia infalibilidade para si mesma? Às vezes tem sido levantado o argumento de que as próprias Escrituras não reivindicam sua própria infalibilidade. Mas a investigação cuidadosa demonstra que quando o assunto é ventilado assevera-se o fato de sua absoluta autoridade como sendo a infalível Palavra de Deus.

26 de julho de 2012

Gleason L. Archer - A Inspiração do Antigo Testamento (Parte 1)


(Parte 1) (Conclusão)

Antes de começar um estudo do Antigo Testamento pela alta critica, é-nos apropriado confrontar com a questão básica: que tipo de livro é? Se é meramente um produto do gênio humano como muitos outros documentos nos quais têm-se fundamentado várias religiões, então os dados que apresenta precisam ser tratados de uma maneira específica. Isto é, estas escritas sagradas precisam ser aquilatadas em termos puramente literários, e explicações naturalísticas precisam ser achadas para cada aspecto que parece ser sobrenatural (como por exemplo o cumprimento de profecias). Se, de outro lado os trinta e nove livros do Antigo Testamento são inspirados por Deus, empregando instrumentos humanos para registrar a verdade que Ele revelou ao homem então os dados precisam ser tratados de maneira bem diferente. Isto quer dizer, que tudo aquilo que possa parecer inconsistente com aquele padrão de exatidão e de veracidade que a inspiração divina pressupõe,[1] precisa ser investigado com grande cuidado para se chegar a urna reconciliação satisfatória daquilo que parece ser discrepância. A linha inteira da investigação é, portanto, profundamente influenciada pela premissa com a qual começamos.

25 de julho de 2012

Norman Geisler - A extensão do cânon do Antigo Testamento (Conclusão)


(Parte 1) (Conclusão)

Os livros aceitos por alguns — apócrifos

O âmbito mais crucial de desacordo a respeito do cânon do Antigo Testamento entre os cristãos é o debate sobre os chamados livros apócrifos.
Em suma: esses livros são aceitos pelo católicos romanos como canônicos e rejeitados por protestantes e judeus. Na realidade, os sentidos da palavra apocrypha refletem o problema que se manifesta nas duas concepções de sua canonicidade. No grego clássico, a palavra apocrypha significava "oculto" ou "difícil de entender". Posteriormente, tomou o sentido de esotérico, ou algo que só os iniciados podem entender, não os de fora. Pela época de Irineu e de Jerônimo (séculos III e IV), o termo apocrypha veio a ser aplicado aos livros não-canônicos do Antigo Testamento, mesmo aos que foram classificados previamente como "pseudepígrafos". Desde a era da Reforma, essa palavra tem sido usada para denotar os escritos judaicos não-canônicos originários do período intertestamentário. A questão diante de nós é a seguinte: verificar se os livros eram escondidos a fim de ser preservados, porque sua mensagem era profunda e espiritual ou porque eram espúrios e de confiabilidade duvidosa.

24 de julho de 2012

Mapas do Antigo Testamento (Parte 2)

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A morte de Abraão


Abraão deixa Ur dos Caldeus

Abraão resgata Ló

Abraão vai para o Egito

Agar e Ismael são expulsos

Isaque casa com Rebeca

Jacó se encontra com Esaú

Jacó sonha em Betel

Raquel morre em Belém Efrata

Vida de Isaque

Últimos anos de Jacó

Fonte: Bíblia Glow

Norman Geisler - A extensão do cânon do Antigo Testamento (Parte 1)


(Parte 1) (Conclusão)


A aceitação inicial dos 22 livros (correspondentes exatamente aos nossos 39) das Escrituras hebraicas não resolveu a questão de uma vez por todas. Estudiosos de eras posteriores, nem sempre totalmente conscientes dos fatos a respeito dessa aceitação original, tornavam a levantar questões concernentes a determinados livros. A discussão deu ensejo a que surgisse uma terminologia técnica. Os livros bíblicos aceitos por todos eram chamados "homologoumena" (lit, falar como um). Os livros bíblicos que em certa ocasião tivessem sido questionados por alguns foram classificados como "antilegomena" (falar contra). Os livros não-bíblicos rejeitados por todos foram intitulados "pseudepígrafos" (falsos escritos). Uma quarta categoria compreendia livros não-bíblicos aceitos por alguns, mas rejeitados por outros, dentre os quais os livros questionáveis, chamados "apócrifos" (escondidos ou duvidosos). Nosso tratamento girará em torno dessa classificação em quatro tipos.

23 de julho de 2012

Norman Geisler - O desenvolvimento do cânon do Antigo Testamento


A história da canonização da Bíblia é incrivelmente fascinante. Trata-se de um livro escrito e coligido ao longo de quase dois mil anos, sem que cada autor estivesse consciente de como sua contribuição, i.e., como seu "capítulo" se enquadraria no plano global. Cada contribuição profética era entregue ao povo de Deus simplesmente com base no fato de que Deus havia falado a esse povo mediante o profeta. De que maneira a mensagem se encaixaria na história total era algo que o profeta desconhecia inteiramente, e até mesmo para os crentes que de início ouviam, liam e reconheciam a mensagem. Somente a consciência dos cristãos, capazes de refletir nisso, em época posterior, é que poderia perceber a mão de Deus movimentando cada autor, mão que também moveria a cada um para produzir uma história global sobre a redenção de que só Deus mesmo poderia ser o autor. Nem os profetas que compuseram os livros, nem o povo de Deus que veio coligindo esses livros tiveram consciência de estar edificando a unidade global dentro da qual cada livro desempenharia uma função.

20 de julho de 2012

Introdução a língua Hebraica - Willian White Jr

 Por Willian White Jr

Os escritos do Novo Testamento são, em grande medida, baseados na revelação de Deus no Antigo Testamento. Para entender os temas da Criação, Queda e Restauração apresentados no Novo Testamento, é preciso ler sua origem no Antigo Testamento. O Novo Testamento foi escrito no dialeto popular de um idioma indo-europeu, o grego. O Antigo Testamento foi escrito nos idiomas semíticos do hebraico e aramaico. Durante séculos, estudantes leigos da Bíblia achavam muito difícil entender a estrutura do hebraico bíblico. Os guias de estudo do hebraico bíblico são projetados para pessoas que leem hebraico — e muitos destes guias foram escritos em alemão, o que só aumenta a dificuldade.

19 de julho de 2012

Norman Geisler - A inspiração do Antigo Testamento (Conclusão)


(Parte 1) (Conclusão)

Apoio do Novo Testamento à vindicação de inspiração feita pelo Antigo Testamento

Vemos três formas de abordagem ao examinarmos o ensino do Novo Testamento a respeito da inspiração do Antigo Testamento. Há as passagens que se referem à autoridade divina do Antigo Testamento como um todo, genericamente. Há as referências à inspiração de determinadas partes ou seções do Antigo Testamento. Finalmente, há citações de livros específicos do cânon judaico.

Referências do Novo Testamento à inspiração do Antigo Testamento
O Novo Testamento reconhece a inspiração do Antigo Testamento de muitas maneiras. Às vezes, o Novo Testamento usa expressões como "Escrituras", "Palavra de Deus", "a lei", "os profetas", "a lei e os profetas" e "oráculos de Deus".

18 de julho de 2012

Norman Geisler - A inspiração do Antigo Testamento (Parte 1)


(Parte 1) (Conclusão)

Será que a Bíblia realmente se diz inspirada ou seria essa idéia mera reivindicação feita pelos crentes a respeito deste livro? Falando mais especificamente, será que cada parte ou cada livro da Bíblia se diz inspirado? Nos próximos dois capítulos estaremos tentando responder a essas perguntas. Primeiramente, examinemos a reivindicação do Antigo Testamento a favor de sua inspiração.

A reivindicação do Antigo Testamento a favor de sua inspiração

  O Antigo Testamento vindica para si a inspiração divina, com base no fato de se apresentar perante o povo de Deus e ser por esse povo recebido como pronunciamento profético. Os livros escritos pelos profetas de Deus eram conservados em lugar sagrado. Moisés colocara sua lei na arca de Deus (Dt 10.2). Mais tarde, ela seria mantida no tabernáculo, para ensino das gerações futuras (Dt 6.2). Cada profeta, depois de Moisés, acrescentou seus escritos sagrados à coleção existente. Aliás, o segredo da inspiração do Antigo Testamento está na função profética de seus escritores.

17 de julho de 2012

John Bright - Antes da História: Fundamentos da Civilização no Antigo Oriente (Conclusão)


(Parte 1) (Parte 2) (Parte 3) (Parte 4) (Parte 5) (Conclusão)

3. O Antigo Oriente pouco antes da Idade Patriarcal
Os séculos finais do terceiro milênio nos levam aos limites da Idade na qual começa a história de Israel. Foram séculos conturbados, com movimentos, migrações e invasões que perturbaram os padrões estabelecidos em todas as partes do mundo bíblico. Na Mesopotâmia, termina a longa história da cultura sumeríana. No Egito, um tempo de desintegração e confusão. Na Palestina, completa ruína.
a. Mesopotâmia. A queda de Akkad e a renascença sumeriana. — Já vimos que no vigésimo quarto século o poder passou das cidades-estados sumerianas para os reis semíticos de Akkad, que criaram um grande império. Depois das conquistas de Naramsin, o poder de Akkad enfraqueceu rapidamente e um pouco depois de 2200 chegou ao fim, com o assalto violento de um povo bárbaro — os guti. Este povo, cuja terra de origem eram as montanhas de

16 de julho de 2012

John Bright - Antes da História: Fundamentos da Civilização no Antigo Oriente (Parte 5)



2.  O Egito e a Ásia Ocidental no terceiro milênio
 Coincidiu quase exatamente o aparecimento dos mais remotos textos decifráveis na Mesopotâmia com a entrada do Egito na história como uma nação unificada. Discute-se precisamente como os dois reinos pré-dinásticos do Alto e do Baixo Egito estavam unidos — se antes ou depois do malogro de uma tentativa de conquista de supremacia em data anterior.
Pelo vigésimo nono século os reinos do Alto Egito ganharam ascendência e levaram toda a região para o seu domínio. O rei Narmer (primeira dinastia) é pintado usando a coroa branca do sul e a coroa vermelha do norte, e é desenhado com proporções gigantescas, como convém aos deuses.[1] A memória da dupla origem da nação, pode-se dizer, esteve sempre viva e foi perpetuada para todos os tempos futuros nas insígnias e títulos reais.

13 de julho de 2012

John Bright - Antes da História: Fundamentos da Civilização no Antigo Oriente (Parte 4)



B. O ORIENTE ANTIGO NO TERCEIRO MILÊNIO a.C.

1. A Mesopotâmia no mais antigo período histórico
 A história, propriamente dita, começa no remoto terceiro milênio. Quer dizer, entra-se pela primeira vez numa época que é documentada por inscrições contemporâneas que podem ser lidas. O que não acontece com os textos mais antigos, dos quais falamos antes.
Embora os textos arcaicos do começo do período ainda apresentem dificuldades, os séculos seguintes oferecem uma profusão de material, na maior parte inteligível para os especialistas.

12 de julho de 2012

Mapas do Antigo Testamento (Parte 1)

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O Mundo Antigo

Egito e Sinai

A Divisão das Tribos

Impérios Babilônico, Persa e Grego

O Império Assírio

Os Reinos de Saul, Davi e Salomão

Os Reinos de Israel e Judá

Jerusalém do Velho Testamento

John Bright - Antes da História: Fundamentos da Civilização no Antigo Oriente (Parte 3)



3. O Egito e a Palestina no quarto milênio
Podemos, de certo modo, ser mais sucintos aqui, porque nem o Egito nem a Palestina oferecem neste período nada que se possa comparar com a civilização surpreendente da Mesopotâmia pré-dinástica.
Entretanto, em ambas as regiões uma série de culturas nos leva à Idade da Pedra, através do quarto milênio, para o terceiro.

a. Culturas calcolíticas na Palestina. — Embora o quarto milênio na Palestina permaneça obscuro para nós, em muitos pontos, não resta a menor dúvida de que ele testemunhou o aparecimento da vida nas aldeias em várias partes da região, com o estabelecimento dos primeiros aldeamentos.[1]

11 de julho de 2012

John Bright - Antes da História: Fundamentos da Civilização no Antigo Oriente (Parte 2)



2. Desenvolvimento cultural na Mesopotâmia
Com  a introdução do metal termina a Era Neolítica e começa a assim chamada Era Calcolítica (Era da Pedra e do Cobre). Precisamente quando começou esta transição não é assunto que mereça discussão de nossa parte (ela ocorreu gradualmente). Mas na Mesopotâmia todo este período é atestado por uma série de culturas, que receberam os nomes das localidades onde elas foram encontradas pela primeira vez. Isso nos leva, com poucos hiatos de alguma importância, através do quinto e do quarto milênio, até aos umbrais da história, no terceiro.[1] Foi um período de surpreendente floração cultural.
A agricultura, muito mais desenvolvida e expandida, veio possibilitar e melhorar a alimentação e fazer face à densidade crescente de população. A maior parte das cidades que foram fundadas então estavam destinadas a desempenhar um papel importante na história da Mesopotâmia durante os milênios futuros.