31 de março de 2012

Vida e morte no Antigo Testamento. R.E. Clements (resenha)



Resenha das páginas 376 a 39, do livro “O Mundo do Antigo Israel”; R.E. CLEMENTS; Ed. Paulus; 1995.

Por Danilo Moraes

VIDA E MORTE NO ANTIGO TESTAMENTO


Quando falamos de “Vida e Morte” sabemos através de achados arqueológicos, literaturas, e estudos da sociedade antiga, que os povos e nações sempre se preocuparam e tentaram de alguma maneira dar explicações para a vida e a morte.
Os povos que encontramos no Antigo Testamento, em especial a nação de Israel, vemos através da Bíblia que este era um assunto que permeava seu cotidiano.

1.      Crenças básicas sobre a vida

O pensamento que rodeava a mente dos povos antigos e Israel não fugia deste pensamento, era que, tudo o que acontecia provinha de Deus, inclusive a vida e morte, assim quem detinha o poder sobre a vida e sobre a morte era Deus... “e é de acordo com essa

Exegese de 1 Crônicas 20.4-8


TEXO HEBRAICO – 1 CRÔNICAS 20.4-8



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Teologia do Antigo Testamento. História, Método e Mensagem. Ralph L. Smith (resenha)




Por Danilo Moraes
A Teologia do Antigo Testamento surge como uma proposta de estudo como resposta ao organizado pensamento da mente humana. O livro de Ralph Smith visa dirimir questões que surgem durante a leitura do Antigo Testamento apresentando diversos temas que comportam grande parte de seu ensinamento. 
Smith apresenta um panorama da História desta Teologia. Prossegue apresentando a natureza e o método desta Teologia. Posteriormente desenvolve nove temas principais seguidos da conclusão.
Na história da Teologia do Antigo Testamento o autor cita que, em sua forma moderna, mal tem 200 anos. Data-se o início desta disciplina com Johann P. Gabler na Universidade de Altdorf em 1787. Ela está diretamente relacionada com o Novo Testamento. Vemos isso nas relações feitas por Jesus, Paulo, Pedro e o autor de Hebreus.

Hermenêutica contemporânea à luz da Igreja primitiva. Dockery David S. (resenha)



Resenha do Livro:

Hermenêutica Contemporânea à luz da igreja primitiva. Dockery. David S. – São Paulo: Editora Vida, 2005.

Por Danilo Moraes 

Introdução


            Hermenêutica Contemporânea à luz da Igreja Primitiva, tem como proposta tratar sobre a história da interpretação.  Sua esfera de ação vai desde a interpretação que Jesus fez do Antigo Testamento até o concílio de Calcedônia em 451. Assim, este livro busca através do passado elucidar o presente.
            Segue-se um apanhado do conteúdo do livro, e após uma consideração pessoal sobre a obra.

Século I: O início das hermenêuticas cristãs
            Jesus adotou o método de interpretação dos exegetas judeus, mas acrescentou a este método uma leitura cristológica do AT. Jesus lia o AT a luz de si mesmo. As cinco formas de interpretação que predominava nos tempos de Jesus são: Literal; Midrash; Pesher; Alegórica e Tipológica.

A Bíblia e seus intérpretes (resenha)


Resenha do Livro:

A Bíblia e seus intérpretes. Lopes. Augustus Nicodemos. – São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004. Páginas 159-273 .

 Por Danilo Moraes

Os Reformadores
A Bíblia na Reforma. Os reformadores colocaram a Bíblia como ponto central, e rejeitaram o conceito de hierarquia da igreja como autoridade máxima. Os reformadores utilizaram se do método de interpretação que busca interpretar as Escrituras pela própria Escritura visando harmonizar as aparentes contradições.
Características da Interpretação dos Reformadores
De acordo com os reformadores o texto possuía um só sentido, o literal; a não ser que o próprio texto indique o contrário. Enfatizavam a natureza divina das Escrituras e sua inspiração. Ao interpretar as Escrituras os reformadores fizeram uso de obras de comentaristas medievais, e dos pais apostólicos, como dos contemporâneos.

Ouvindo a Deus, uma abordagem multidisciplinar da leitura bíblica - DYCK, Elmer. Ed (resenha)



Resenha do Livro:
 Ouvindo a Deus, uma abordagem multidisciplinar da leitura bíblica. DYCK, Elmer. Ed. 2001: Publicações Shedd .

 Por Danilo Moraes

 Considerações Preliminares

A presente obra “Ouvindo a Deus, uma abordagem multidisciplinar da leitura bíblica”, trata de uma antologia que tem por editor Elmer Dyck. Como o objetivo é propor “uma abordagem multidisciplinar” cada capítulo foi tratado com um enfoque diferente e por autor diferente.
Os autores na sua maioria ao desenvolverem seus temas, buscaram dar uma exemplificação bíblica aplicando a teoria que desenvolveram a uma aplicação na interpretação de textos bíblicos. Assim trata-se de uma obra importante, pois não fica apenas no campo teórico. Com esta ferramenta o leitor poderá compreender melhor como “ouvir a Deus” através da Bíblia e também terá base para entender métodos hermenêuticos disponíveis que o conduzirão nesta busca em ouvir a voz de Deus através de sua Palavra.

Pela graça de Deus sou o que sou



Por Danilo Moraes
Versículo Chave: Salmos 90.12 “Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios”.

No último dia 30 de abril (2010) comemorei meu aniversário: 30 anos! Refletindo sobre a brevidade da vida e suas desventuras, deparei-me com a petição do salmista ao se dirigir a Deus em busca de um coração sábio. Para minha surpresa para que ele obtivesse sucesso era necessário aprender a contar os seus dias, isso mesmo, contar os dias! Veio-me a memória os últimos acontecimentos que se deram durante o ano que se passou.

Análise do texto de Êxodo 6.2-9


Por Danilo Moraes

Exodus 6:2-9

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Despertai!



Por Danilo Moraes

Sem darmos conta, a Igreja tem contribuído expressivamente com o crescimento de movimentos sectários por toda sua existência. Ainda que não venhamos a perceber elas estão se originando principalmente dos setores em que nós temos falhado, por não considerarmos na maioria das vezes importante para a vida cristã.


Exemplos da História

No Antigo Testamento, Israel sempre foi cercada e muitas vezes invadida por deuses estranhos (Gn 35.4; Ex 12.12; Nm 25.2; Dt 6.14; Is 36.19). O Novo Testamento, nos mostra que todos os seus escritores combatiam e orientavam os cristãos a respeito de seitas, devido a  já haver heresias concernente a Jesus. Um exemplo é João combatendo o docetismo (crença de que a humanidade de Jesus não era genuína – ele apenas parecia ser humano 1) Jo 1.14.

A autoria do pentateuco em questão: Breve análise das evidências internas e externas


Por Danilo Moraes

Seria a autoria do Pentateuco Mosaica ou um mosaico[1]? Trocadilhos à parte, o assunto é de importância impar na análise do Pentateuco e de todo o Antigo Testamento. Qualquer uma das opções – autoria mosaica ou um mosaico - acarreta uma série de controvérsias e opiniões entre eruditos cristãos e não cristãos. Alguns estudiosos atribuem somente o decálogo como sendo de autoria de Moisés[2], outros inserem o código da Aliança. Ainda, a ausência do nome do autor harmoniza-se com a prática do AT em particular, e com as obras literárias antigas em geral. No antigo Oriente Médio, o “autor” era basicamente um preservador do passado, limitando-se ao uso de material e metodologia tradicionais.

A páscoa e seus valores


Por Danilo Moraes

Todos os anos famílias inteiras passeiam nos shoppings e lojas especializadas, procurando ovos de chocolate ou bombons para darem de presente para amigos e parentes.  Tudo isto de deve, principalmente ao valor que a sociedade vem dando para esta data festiva.
Quando se aproxima a páscoa o que lhe vem à mente: chocolate, coelho e bombons; ou a ressurreição de Cristo como nosso cordeiro pascal?
Infelizmente, na maioria das vezes a resposta tem sido chocolates coelhos e bombons. Não é de se estranhar que entre10 crianças evangélicas, apenas 2 sabem o verdadeiro significado da Páscoa. Surge a pergunta:

A crítica bíblica e suas escolas: Uma avaliação de seus métodos e pressupostos


Por Danilo Moraes

Os membros de Igrejas habituados a compreender a Bíblia apenas em seu campo religioso, passam por um “verdadeiro parto” ao se depararem com concepções cientificas da Bíblia, e logo começam a questionar sua fé e valores, travando assim uma luta em suas mentes para adaptarem-se as novas descobertas no campo das pesquisas bíblicas. Isso ocorre praticamente em todos os casos. Afinal, a crítica “é por natureza inimiga da estabilidade” (KERR, 1956, p. 65). Mas, assim como as dores do parto são necessárias, também é necessário o cristão fiel passar por esta experiência afim de que, possa amadurecer e fortalecer sua fé.

30 de março de 2012

Entrevista revista Defesa da Fé: A importância e atualidade do Antigo Testamento (Danilo Moraes)




Defesa da Fé – Em homenagem à clássica obra de Gleason Archer Jr., começamos perguntando: merece confiança o Antigo Testamento?

Danilo Moraes – Sim, o Antigo Testamento merece confiança! A obra de G. Archer, Jr apesar de ter sido escrita em 1964 merece credibilidade ainda hoje. Da década de 60 até os dias atuais o campo de pesquisa veterotestamentário